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Iradex Podcast 40: Depois do Assassino

Conversamos sobre artes marciais por conta do filme Depois da Chuva e sobre assassinato por conta do How To Get Away With Murder. Um filme que acompanha um samurai e um seriado que consegue fugir do padrão. Agora é só ouvir.

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Gabriel Franklin e Filipe Franklin.


Nesse programa

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Promoção "5 Estrelas no Itunes, por favor!"

Ganhadora Itunes - Iradex 40

Ganhadora Itunes, 5 estrelas - Iradex 40

 

Contato

Playlist do Kaio

  • Manu

    10:15 o cara canta: uma lagartixa indecente

  • Manu

    10:15 o cara canta: uma lagartixa indecente

  • rodolfo gutman

    Ótimas indicações, já assisti aos videos do Anderson Silva e vou assistir o Depois da chuva. Ganharam mais um ouvinte, abraço a todos.

  • rodolfo gutman

    Ótimas indicações, já assisti aos videos do Anderson Silva e vou assistir o Depois da chuva. Ganharam mais um ouvinte, abraço a todos.

  • Guest

    Favor desconsiderar este, por causa dos vídeos.

  • Julien Sorel

    Então… Assisti “Sonhos” há muito tempo atrás, ainda na época de locadoras, e foi o primeiro filme não Hollywood que assisti. Achei estranho e gostei, mas ainda tenho dificuldade em assistir este tipo de filme (mais contemplativo, “devagar”), por me sentir pressionado a achar um significado absurdo em cada frame, o que me faz não aproveitar a experiência como deveria. Ainda não passei de o começo de “Os Sete Samurais”, mas ele está na lista de objetivos de 2015 – agora somado a “Depois da chuva”.

    Sobre “How to get way with murder”, esta na lista de favoritos (top 10) no Tv Shows Favs (Google Play) há três meses, mas pré julguei absurdamente (tv aberta + sinopse do tipo “já vi isso antes..”). Porém, contudo, entretando, dei uma chance para o piloto (cabei de ver) e gostei do que vi. Mantendo em mente que nem toda série vai explodir a cabeça, dá para assistir de boa. A série é ok, tem atuação boa, muito bem estruturada, mesmo com alguns flashbacks desnecessários. A fórmula utilizada prende o assistidor e é bem dificíl não querer saber “como se chegou a isso?”.
    (Nota: Enoch, Wes Gibbins, é tipo Brasileiro e lembro de ter visto uma entrevista no YouTube bem interessante com ele, sobre teatro and stuff, mas não lembro onde).

    Já sobre as rapidinhas, queria falar apenas de “The Old man & The sea” (1999). Assisti este filme no Anima Mundi São Paulo, não lembro o ano, mas lembro de ter chorado como um FDP a sessão inteira. Explicando… O evento Anima Mundi oferece algumas oficinas na parte debaixo do Memorial da America Latina e lembro ter visto algo sobre stop motion em areia e de como era trabalhoso fazer 10 segundos de filme, que seja, daí entro na sessão e vejo que o maluco fez 20 minutos, com uma técnica similar, de uma das coisas mais lindas que vi na vida, que deve ter demorado um puuuuta tempo para fazer. Além disso, fez lembrar, um pouco, os trabalhos (aquarelas) de William Turner, um puuuuuuuta pintor, que me agrada demais. E a história do Hemingway ajuda um pouco. Recomendo dar uma olhada também em “My Love” 2006, drama tipo Tolstoy, também do Petrok e que devo ter visto em 2007 no Anima Mundi e achei bunito demais.

    E falando em Anima Mundi, sou assumidamente bitch das animações francesas, entre elas tem uma de “contos”, que tem como um dos responsáveis o maluco de “Black Hole”, Charles Burns; a animação se chama “Peur(s) du noir”, de 2007m e é beeeeem (perturbadora) boa, pricipalmente o epísodio dois, mas vale ver toda a animação (não achei uma versão descente no YouTube, sorry…).

    PS: o nome do episódio do Iradex esta incorreto no iTunes…

    Indicação aleatória da semana:

    Canal ScottBadleeLovesYa, no YouTube. Pianista, estudante de Jazz, junto com cantores(as) com vozes sensacionais, cantando hits da música pop em diferentes formatos. Particularmente viciado em “We Can’t Stop – Vintage 1950’s Doo Wop Miley Cyrus Cover ft. The Tee – Tones” e “All About That [Upright] Bass – Jazz Meghan Trainor Cover ft. Kate Davis – Postmodern Jukebox”.

  • Julien Sorel

    Então… Assisti “Sonhos” há muito tempo atrás, ainda na época de locadoras, e foi o primeiro filme não Hollywood que assisti. Achei estranho e gostei, mas ainda tenho dificuldade em assistir este tipo de filme (mais contemplativo, “devagar”), por me sentir pressionado a achar um significado absurdo em cada frame, o que me faz não aproveitar a experiência como deveria. Ainda não passei de o começo de “Os Sete Samurais”, mas ele está na lista de objetivos de 2015 – agora somado a “Depois da chuva”.

    Sobre “How to get way with murder”, esta na lista de favoritos (top 10) no Tv Shows Favs (Google Play) há três meses, mas pré julguei absurdamente (tv aberta + sinopse do tipo “já vi isso antes..”). Porém, contudo, entretando, dei uma chance para o piloto (cabei de ver) e gostei do que vi. Mantendo em mente que nem toda série vai explodir a cabeça, dá para assistir de boa. A série é ok, tem atuação boa, muito bem estruturada, mesmo com alguns flashbacks desnecessários. A fórmula utilizada prende o assistidor e é bem dificíl não querer saber “como se chegou a isso?”.
    (Nota: Enoch, Wes Gibbins, é tipo Brasileiro e lembro de ter visto uma entrevista no YouTube bem interessante com ele, sobre teatro and stuff, mas não lembro onde).

    Já sobre as rapidinhas, queria falar apenas de “The Old man & The sea” (1999). Assisti este filme no Anima Mundi São Paulo, não lembro o ano, mas lembro de ter chorado como um FDP a sessão inteira. Explicando… O evento Anima Mundi oferece algumas oficinas na parte debaixo do Memorial da America Latina e lembro ter visto algo sobre stop motion em areia e de como era trabalhoso fazer 10 segundos de filme, que seja, daí entro na sessão e vejo que o maluco fez 20 minutos, com uma técnica similar, de uma das coisas mais lindas que vi na vida, que deve ter demorado um puuuuta tempo para fazer. Além disso, fez lembrar, um pouco, os trabalhos (aquarelas) de William Turner, um puuuuuuuta pintor, que me agrada demais. E a história do Hemingway ajuda um pouco. Recomendo dar uma olhada também em “My Love” 2006, drama tipo Tolstoy, também do Petrok e que devo ter visto em 2007 no Anima Mundi e achei bunito demais.

    E falando em Anima Mundi, sou assumidamente bitch das animações francesas, entre elas tem uma de “contos”, que tem como um dos responsáveis o maluco de “Black Hole”, Charles Burns; a animação se chama “Peur(s) du noir”, de 2007m e é beeeeem (perturbadora) boa, pricipalmente o epísodio dois, mas vale ver toda a animação (não achei uma versão descente no YouTube, sorry…).

    PS: o nome do episódio do Iradex esta incorreto no iTunes…

    Indicação aleatória da semana:

    Canal ScottBadleeLovesYa, no YouTube. Pianista, estudante de Jazz, junto com cantores(as) com vozes sensacionais, cantando hits da música pop em diferentes formatos. Particularmente viciado em “We Can’t Stop – Vintage 1950’s Doo Wop Miley Cyrus Cover ft. The Tee – Tones” e “All About That [Upright] Bass – Jazz Meghan Trainor Cover ft. Kate Davis – Postmodern Jukebox”.

  • Vocês são demais!!!! Amo tudo o que a Shonda cria então vou começar agora a ver “How to get way with murder”. Gratidão eterna pela indicação. Adoro o podcast!

  • Vocês são demais!!!! Amo tudo o que a Shonda cria então vou começar agora a ver “How to get way with murder”. Gratidão eterna pela indicação. Adoro o podcast!

  • João Eugênio C. Brasil

    Opa…cá estou eu de volta….ainda extremamente envergonhado com minha gafe (o DJ Kaio sabe do que falo!!). Mas engulo minha vergonha e guardo no bolso e volto a fazer uma das coisas que mais me dá prazer – comentar os podcasts que adoro… E esta edição do Irarex foi show… principalmente por me apresentar duas coisas que eu não conhecia….

    E como faço na maioria das vezes, comecei a me organizar para conferir as indicações…. o filme ficou para este final de semana, mas o seriado HTGAWM eu já conferi o primeiro episódio e curti muito! O mais estranho é que ele foi muito pouco falado antes da estréia, e mesmo nas semanas seguinte não recebeu comentários e elogios… Embora tenha visto apenas o primeiro ele me ganhou exatamente pelo elemento que o PH disse ser seu ponto diferente do grosso dos seriados – o caminho inverso na construção de um ponto futuro. Nota dez!!!

    O filme já está nos meus favoritos do computador para assistir e depois dou mais uma comentada aqui!!!

    Deixo uma sugestão, já que seriados foi um assunto recorrente aqui….que tal uma edição sobre as séries injustamente canceladas…. ou incompreendidas?? Acho que seria interessante!!!!

    No mais um abração, ainda constrangido, do ouvinte de toda semana!!!

  • Alan Feitoza

    Fala ai galera do Iradex, primeira vez que ouço o podcast de vocês e já aderi as indicações. Comecei a ver a série no mesmo dia em que ouvi o episódio. Além disso a indicação de Them Crooked Vultures também foi sensacional. Passando aqui só pra deixar um obrigado e dizer que ganharam mais um ouvinte órfão de PH no PLN. Abraços.

  • Alan Feitoza

    Fala ai galera do Iradex, primeira vez que ouço o podcast de vocês e já aderi as indicações. Comecei a ver a série no mesmo dia em que ouvi o episódio. Além disso a indicação de Them Crooked Vultures também foi sensacional. Passando aqui só pra deixar um obrigado e dizer que ganharam mais um ouvinte órfão de PH no PLN. Abraços.

  • Daniel Souza

    Voltaram!!! E voltaram a usar os títulos mash-up!

  • Daniel Souza

    Voltaram!!! E voltaram a usar os títulos mash-up!