Iradex Podcast 80: A Tecnologia de Her é possível? | Iradex

Iradex Podcast 80: A Tecnologia de Her é possível?

O Iradex Podcast chega à sua edição 80 e dessa vez traz uma novidade!

Este não é um I.P. regular de indicações, dessa vez inauguramos um novo formato onde através de um debate procuramos responder uma questão. E a questão deste episódio é: "A Tecnologia do filme Her é possível?".

Contamos com a super ajuda do nosso amigo Bruno Cavalcante pra relembrar como era nossa vida 10 anos atrás, e tentar adivinhar como ela vai ser daqui a 10 anos. Seria realmente possível existirem sistemas operacionais conscientes? E quais as consequências disso?

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Gabriel FranklinBruno Cavalcante


Questão

  • A tecnologia do filme Her é possível?

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19 comments

  1. Lucas Breno 6 novembro, 2015 at 16:24 Responder

    Minha opiniao sobre o novo formato IRADEX #80:

    Antes de + nada quero dizer que dou fã dos membros e não e minha intenção ser desrespeitoso ou fazer critica destrutiva, quero contribuir para um podcast melhor.

    No primeiro ato do podcast, eu estava empolgado com com o anuncio do novo formato (já tinha ate me esquecido que o Kaio Anderson​ tinha falado que o 80 ria ser diferente) gostei da ideia de cara de se responder uma pergunta, dava pra ver que Gabriel Franklin​ gosta do assunto, ele sabia muito sobre (ou pelo menos me enganou direitinho kkkkk).

    No segundo ato, vi uma miscelânea de formatos do programa, parecia um sem fim depois um iradex (formato antigo de indicações) me lembro que o Raphael PH Santos​ falou umas 2 vezes “para, vamos guardar para o sem fim esse assunto” nessa parde do podcast fiquei com a sensação de ser uns 70% da mesma coisa de antes (sensação).

    No terceiro ato vi + controle por parte do PH em fazer o novo formato aparecer, regendo melhor as coisas, controlando mais as conversas, achei legal.

    Talvez se tivesse alguém da área pra dar um parecer técnico fosse me impactar mais, ficou um assunto TOP, mas falado por leigos (tentei achar uma frase mas cute na achei)

    No geral eu achei + do mesmo (fiquei com essa sensação), com algumas pequenas alterações, mas isso não diminui a qualidade do podcast, vou sim sempre continuar baixando ^^.

    Eu sei que os Fanboys vao me comer vivo depois disso, mas e so minha opinião de bosta, desculpa qualquer coisa.

  2. Lucas Breno 6 novembro, 2015 at 16:24 Responder

    Minha opiniao sobre o novo formato IRADEX #80:

    Antes de + nada quero dizer que dou fã dos membros e não e minha intenção ser desrespeitoso ou fazer critica destrutiva, quero contribuir para um podcast melhor.

    No primeiro ato do podcast, eu estava empolgado com com o anuncio do novo formato (já tinha ate me esquecido que o Kaio Anderson​ tinha falado que o 80 ria ser diferente) gostei da ideia de cara de se responder uma pergunta, dava pra ver que Gabriel Franklin​ gosta do assunto, ele sabia muito sobre (ou pelo menos me enganou direitinho kkkkk).

    No segundo ato, vi uma miscelânea de formatos do programa, parecia um sem fim depois um iradex (formato antigo de indicações) me lembro que o Raphael PH Santos​ falou umas 2 vezes “para, vamos guardar para o sem fim esse assunto” nessa parde do podcast fiquei com a sensação de ser uns 70% da mesma coisa de antes (sensação).

    No terceiro ato vi + controle por parte do PH em fazer o novo formato aparecer, regendo melhor as coisas, controlando mais as conversas, achei legal.

    Talvez se tivesse alguém da área pra dar um parecer técnico fosse me impactar mais, ficou um assunto TOP, mas falado por leigos (tentei achar uma frase mas cute na achei)

    No geral eu achei + do mesmo (fiquei com essa sensação), com algumas pequenas alterações, mas isso não diminui a qualidade do podcast, vou sim sempre continuar baixando ^^.

    Eu sei que os Fanboys vao me comer vivo depois disso, mas e so minha opinião de bosta, desculpa qualquer coisa.

  3. Benedito Portela 7 novembro, 2015 at 11:39 Responder

    Oi amigos, muito bom o podcast, eu poderia falar horas sobre o assunto, não sou especialista mas alguém que gosta do tema! Vi uma mateira, faz muito tempo, na tv sobre uma inteligencia artificial em Israel que a entrada de dados dela, era como o aprendizado de uma pessoa, acho que hoje ela já deve ser um adolescente, muito interessante esta ideia, agora precisa saber se ela sabe o que fazer com tanta informação! Semana passada terminei de assistir um anime antigo, Chobits de 2002, semelhante ao Humans, sendo a diferença que eles tinham digamos “orelhas robóticas”, em forma parecida de cones que se abriam para fazer conexões de dados e cabo de alimentação, eram todos bonitos e bem semelhantes aos humanos, a ponto de alguns se casarem com humanos, embora não era legalmente aceito pelo governo, e a android protagonista era de uma serie especial, que foi achada no lixo com a memoria zerada, então o cara que a achou teve que ensina-la tudo, de falar até tomar banho, ela não tem o senso comum, levava tudo ao pé da letra, achei interessante embora a estória do anime não tenha uma grande trama ou jornada do herói, era mais comédia, mesmo assim achei legal! Embora a A.I. estar num nível bem avançado, a exemplo do google e netflix, eu creio que já era para esta mais evoluída, talvez até já esteja e não sabemos, a Samantha do Her, evoluiu absurdamente será que ela teria hardware suficiente para comportar tanta evolução e dados? Esta barreira do hardware ainda atrapalha, movimentar e processar demanda muito esforço, energia, por isso que digo que o ser humano é a maquina mais perfeita, mesmo com os defeitos, com pouca energia processar e executa muitas tarefas físicas e mentais, talvez conseguiremos chegar a uma AI aos moldes do homem, com super vantagens em algumas áreas, mas muito rudimentar em outras! Sim eu acredito que a tecnologia da Her possa existir, só acho que demorará muito, e sim, acredito que alguém possa se apaixonar por ela, nestes tempos de muita tecnologia, pessoas se aproximando via redes, mas ficando cada vez mais separadas fisicamente, não acho improvável isto! E quando houver a ruptura, como será que a sociedade reagirá? Humans pega no assunto de direitos dos androids, da independência da serventia ao humanos, o que vcs pensam sobre isto? Eu acho que só este ponto já dá uma boa discussão! Como disse, poderia passar horas debatendo!
    Valeu!
    Bené

    • Gabriel Franklin 10 novembro, 2015 at 04:42 Responder

      Bené, valeu pelo comentário, como sempre.

      Muitas questões a gente gostaria de se estender, e até por isso decidimos que vamos fazer uma parte 2 futuramente, não sabemos se no mesmo formato ou até num Sem Fim.

      Sobre Humans, em breve você vai ouvir falar mais por aqui. =D

      Abraço!

  4. Benedito Portela 7 novembro, 2015 at 11:39 Responder

    Oi amigos, muito bom o podcast, eu poderia falar horas sobre o assunto, não sou especialista mas alguém que gosta do tema! Vi uma mateira, faz muito tempo, na tv sobre uma inteligencia artificial em Israel que a entrada de dados dela, era como o aprendizado de uma pessoa, acho que hoje ela já deve ser um adolescente, muito interessante esta ideia, agora precisa saber se ela sabe o que fazer com tanta informação! Semana passada terminei de assistir um anime antigo, Chobits de 2002, semelhante ao Humans, sendo a diferença que eles tinham digamos “orelhas robóticas”, em forma parecida de cones que se abriam para fazer conexões de dados e cabo de alimentação, eram todos bonitos e bem semelhantes aos humanos, a ponto de alguns se casarem com humanos, embora não era legalmente aceito pelo governo, e a android protagonista era de uma serie especial, que foi achada no lixo com a memoria zerada, então o cara que a achou teve que ensina-la tudo, de falar até tomar banho, ela não tem o senso comum, levava tudo ao pé da letra, achei interessante embora a estória do anime não tenha uma grande trama ou jornada do herói, era mais comédia, mesmo assim achei legal! Embora a A.I. estar num nível bem avançado, a exemplo do google e netflix, eu creio que já era para esta mais evoluída, talvez até já esteja e não sabemos, a Samantha do Her, evoluiu absurdamente será que ela teria hardware suficiente para comportar tanta evolução e dados? Esta barreira do hardware ainda atrapalha, movimentar e processar demanda muito esforço, energia, por isso que digo que o ser humano é a maquina mais perfeita, mesmo com os defeitos, com pouca energia processar e executa muitas tarefas físicas e mentais, talvez conseguiremos chegar a uma AI aos moldes do homem, com super vantagens em algumas áreas, mas muito rudimentar em outras! Sim eu acredito que a tecnologia da Her possa existir, só acho que demorará muito, e sim, acredito que alguém possa se apaixonar por ela, nestes tempos de muita tecnologia, pessoas se aproximando via redes, mas ficando cada vez mais separadas fisicamente, não acho improvável isto! E quando houver a ruptura, como será que a sociedade reagirá? Humans pega no assunto de direitos dos androids, da independência da serventia ao humanos, o que vcs pensam sobre isto? Eu acho que só este ponto já dá uma boa discussão! Como disse, poderia passar horas debatendo!
    Valeu!
    Bené

    • Gabriel Franklin 10 novembro, 2015 at 04:42 Responder

      Bené, valeu pelo comentário, como sempre.

      Muitas questões a gente gostaria de se estender, e até por isso decidimos que vamos fazer uma parte 2 futuramente, não sabemos se no mesmo formato ou até num Sem Fim.

      Sobre Humans, em breve você vai ouvir falar mais por aqui. =D

      Abraço!

  5. Benedito Portela 7 novembro, 2015 at 11:45 Responder

    Sobre o randômico do ipod, eu me lembrei que quando programava no MSX, em basic, tinha a função RND, eu usava muito para fazer joguinhos, e quando fui usar a mesma função no basic do pc, notei este problema, ele sempre retornava a mesma sequencia, não era randômico como no MSX 8 bits, me lembro de ler algo como fazer a combinação da função RND com TIME, para assim tentar evitar a sequencia pre-programada!

  6. Benedito Portela 7 novembro, 2015 at 11:45 Responder

    Sobre o randômico do ipod, eu me lembrei que quando programava no MSX, em basic, tinha a função RND, eu usava muito para fazer joguinhos, e quando fui usar a mesma função no basic do pc, notei este problema, ele sempre retornava a mesma sequencia, não era randômico como no MSX 8 bits, me lembro de ler algo como fazer a combinação da função RND com TIME, para assim tentar evitar a sequencia pre-programada!

  7. Rodrigo Oliveira 7 novembro, 2015 at 19:41 Responder

    Muito bom o episódio!
    Gostei muito da sacada de nos fazer pensar na evolução da tecnologia que usávamos a (apenas) 10 anos atrás.

    Deixo como complemento a informação contida na revista Superinteressante #353: “Cientistas afirmaram que a IA mais avançada do planeta tem um QI de uma criança de 4 anos”.
    Cresce logo! Kkkk

    Abração.

    Rodrigo Oliveira – Resistência Podcast

  8. Rodrigo Oliveira 7 novembro, 2015 at 19:41 Responder

    Muito bom o episódio!
    Gostei muito da sacada de nos fazer pensar na evolução da tecnologia que usávamos a (apenas) 10 anos atrás.

    Deixo como complemento a informação contida na revista Superinteressante #353: “Cientistas afirmaram que a IA mais avançada do planeta tem um QI de uma criança de 4 anos”.
    Cresce logo! Kkkk

    Abração.

    Rodrigo Oliveira – Resistência Podcast

  9. Léo Bruski - Aerolitos 10 novembro, 2015 at 08:58 Responder

    Que programa gostoso de se ouvir, poderia ter umas 5 horas que eu ouviria fácil!
    Complicado esse tema hein, galera? Quando falaram sobre as IA´s tomando decisões sem ter um comando de humano, isso dá um medo, coisas que podem mudar a vida das pessoas, é muito complicado.
    Cara, 10, 20 anos pra frente, certeza que vai existir essa tecnologia e que vai separar ainda mais as pessoas, não sei o que pensar disso, pode ajudar como a tecnologia vem ajudando o nosso tempo, mas pode afastar ainda mais, tornando o mundo pior ou melhor, sei lá, do que é hoje.
    Excelente programa, gostei desse formato ao vivo, bem bacana e conduzido muito bem pelo PH e equipe.
    Abraço galera!!!!

  10. Léo Bruski - Aerolitos 10 novembro, 2015 at 08:58 Responder

    Que programa gostoso de se ouvir, poderia ter umas 5 horas que eu ouviria fácil!
    Complicado esse tema hein, galera? Quando falaram sobre as IA´s tomando decisões sem ter um comando de humano, isso dá um medo, coisas que podem mudar a vida das pessoas, é muito complicado.
    Cara, 10, 20 anos pra frente, certeza que vai existir essa tecnologia e que vai separar ainda mais as pessoas, não sei o que pensar disso, pode ajudar como a tecnologia vem ajudando o nosso tempo, mas pode afastar ainda mais, tornando o mundo pior ou melhor, sei lá, do que é hoje.
    Excelente programa, gostei desse formato ao vivo, bem bacana e conduzido muito bem pelo PH e equipe.
    Abraço galera!!!!

  11. Felipe Andrade 11 novembro, 2015 at 16:22 Responder

    Episódio irado. Me fez pensar em várias coisas, até com a galera do trabalho eu fiquei discutindo sobre o episodio e sobre essas possibilidades de IA. Enfim, gostei muito do novo formato, ele não fica preso a indicações.

  12. Felipe Andrade 11 novembro, 2015 at 16:22 Responder

    Episódio irado. Me fez pensar em várias coisas, até com a galera do trabalho eu fiquei discutindo sobre o episodio e sobre essas possibilidades de IA. Enfim, gostei muito do novo formato, ele não depende de indicações para acontecer, e da uma liberdade maior para debater.

  13. Fernando de Laurentiis 11 novembro, 2015 at 19:02 Responder

    Excelente episódio!! Bastante filosofal!! Mas uma coisa q eu quero saber e não é de tecnologia. Qdo é q o uso de terno e gravata vai deixar de existir? Afinal de contas, um tipo de roupa do séc XVIII, presente ainda no sec XXI, uma roupa incômoda, nada prática e completamente sem sentido, afinal, pq usar um “casaco”, em cima de uma camisa, com um pedaço de pano amarrado no seu pescoço?

  14. Fernando de Laurentiis 11 novembro, 2015 at 19:02 Responder

    Excelente episódio!! Bastante filosofal!! Mas uma coisa q eu quero saber e não é de tecnologia. Qdo é q o uso de terno e gravata vai deixar de existir? Afinal de contas, um tipo de roupa do séc XVIII, presente ainda no sec XXI, uma roupa incômoda, nada prática e completamente sem sentido, afinal, pq usar um “casaco”, em cima de uma camisa, com um pedaço de pano amarrado no seu pescoço?

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