Multiverso Steampunk: Bioshock, Leviatã e vários filmes | Iradex 33

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O primeiro vlog do ano chegou. Aêê! Começamos 2013 bem com um Multiverso Steampunk. Você conhece esse estilo de vida? Sabe como evolui a sociedade steampunk? Já jogou algum game ou assistiu a algum filme? Se sua resposta foi não para alguma dessas perguntas assista ao Iradex e saiba do que se trata. Para o programa, Carlos Tourinho e Raphael PH Santos comentaram o game Bioshock, o livro Leviatã e vários filmes.

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Ingress: Google lança um game mobile para jogar no mundo real

O game promete fazer o mundo real de cenário virtualizando somente o necessário. Ingress é o novo lançamento da Google. Será que pega?

O game Ingress é a aposta do Google para um 2013 inovador

Ingress já está disponível para download gratuito – em versão beta – na Google Play. A ideia do jogo é transformar as locações reais, desse nosso mundo querido, em um ambiente de game.

Para realizar tal façanha, é utilizada a geolocalização. Por isso, é necessário se movimentar pela cidade a fim de conseguir a liberação de armas e mais aventuras. Por enquanto somente Nova York está mapeada e preparada. Com o tempo, mais cidades serão jogáveis. Espera-se que em 2013 em torno de quinze cidades pelo mundo estejam prontas pela equipe da Google.

A História

Segundo a descrição do Tubo, Nosso futuro está em perigo e é preciso escolher um lado, pois uma misteriosa energia foi descoberta por cientistas europeus, e pode estar influenciando a maneira como pensamos. Os seres humanos devem controlar essa energia antes que ela os controle.

Os jogadores podem escolher entre serem The Enlightened, o lado da tal energia, ou The Resistance, o lado defensor da humanidade.

[fonte]

Fifa 13: Primeiras impressões da jogabilidade e Ultimate Team

Começou oficialmente a temporada 2013 para mim. Sim! Comecei a jogar Fifa 13 e os dedos começam a cair.

Pronto! Não contem mais comigo. Não contem com o videocast iradex semanal… simplesmente me esqueça! Recebi a nova versão do Fifa e minha vida voltou a sumir. Vou escrever sobre as primeiras impressões que tive com o jogo e sobre o sensacional modo Ultimate Team.

PRIMEIRAS IMPRESSÕES

Assumi o Fifa em 2009, antes disso eu jogava PES e mais antes ainda jogava Winning Eleven (um minuto de silêncio!). Com o Fifa 2010 passei a respeitar a franquia e apaixonei de verdade após a constante evolução até o Fifa 2012, o ápice dos jogos de futebol.

Fifa 13 vem com esse legado de não precisar evoluir muito. Fiz nove jogos, dentre os quais cinco foram online, mas não senti tantas mudanças. O que é bom! Senti que os goleiros estão mais espertos ou que os jogadores de linha estão mais realistas. Explico…

Antes, chegar na cara do gol era o mesmo que dizer: foi gol. Apenas uma leve deslocada no goleiro e tava na rede. A deslocada no goleiro tem que ser mais aprimorada. Isso acontece, pois as habilidades do jogador foram enaltecidas. Ora, salvo exceções, zagueiro é zagueiro. Fazer um gol com ele que não seja de cabeça vai ser um pouco mais custoso e isso está mais do que correto.

Ainda assim, voltei a fazer os gols com aquele jeitinho maroto. Tentei quatro chutes de fora da área, da diagonal, encobrindo o goleiro; dois foram bem sucedidos. Fácil. O zagueiro continua errando na marcação quando o passe vem por cobertura, o que deixa o atacante na cara do gol. Enfim. Mudou, mas não tanto assim.

Percebi, mas estudarei se foi alguma configuração feita na minha formação, que os meio-campistas não estão guardando tanto a posição. Meu CDM chegou diversas vezes ao ataque, enquanto que o CM da direita apareceu algumas vezes no lugar do CM da esquerda. Vou estudar e depois comento mais sobre isso.

Dominar a bola ficou mais difícil, mas nada de outro mundo. Segurar o gatilho de trás esquerdo ajuda e muito. Entretanto, se vier um chumbo pra cima de um zagueiro e ele for tentar dominar, a bola poderá espirrar. Tentar o chutão ou o passe de cabeça são escolhas melhores. Tal dificuldade valoriza o toque de bola mais real e evita os passes miraculosos.

ULTIMATE TEAM

Como falei, praticamente só jogo o modo Ultimate Team. Nesse modo o jogador monta vários times baseando-se em cartas de atributos de jogadores reais e uma mistura de formação, posição e nacionalidade que juntos formam o tal da química do time.

No Fifa 12 montei seis times diferentes. Monto os times agrupando as cartas por nacionalidade ou por liga, a fim de facilitar a organização da química entre os jogadores. Nesse Fifa 13, como liberaram a versão web do Ultimate antes do lançamento do jogo, consegui faturar oitenta mil coins com a venda do Thiago Silva e já montei dois times medianos. São eles:

Um time praticamente com brasileiros. Bem mediano mas eficiente para a formação 4-3-1-2. Quem não funcionou e será substituído: Dagoberton, Maicon e Maxwell.

Menos completo do que o de cima, a proposta desse é ser quase todo de portugueses. Desse, quem rodará: Hugo Viana, Rémy e Rui Patrício.

Diferente do Fifa 12, e aponto essa como a melhor mudança desse modo, é que não jogamos mais de forma aleatória. Agora temos objetivos que não seja só ganhar coins, pois é possível ir jogando para ir sendo reankeando em divisões, tal como no Head to Head Season, outro modo também existente nesse Fifa 13 e anteriormente no 12. Antes, a maior vitória era montar o time. Agora isso é apenas o começo.

CONCLUINDO…

Fifa 13 não precisou melhorar muito para continuar o melhor jogo de futebol do mercado. Acredito que as mudanças mais perceptíveis sejam apenas passageiras, pois com uns dez jogos concluídos o gamer conseguirá se adaptar plenamente ao pouco que mudou.

Avaliação