Iradex Podcast 85: Pentatonix - On My Way Home / O Homem que Calculava | Iradex

Iradex Podcast 85: Pentatonix - On My Way Home / O Homem que Calculava

Mais uma semana de Iradex Podcast. Mais um semana sem o DJ Kaio (sdds). Mais uma semana com uma convidada especial. Dessa vez, é a nossa querida amiga Luiza, que veio falar, entre coisas coisas, sobre como ela se tornou a "mulher que calculava". Tem também a Livinha indicando um documentário super legal, e musical. Não perdam!

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Gabriel Franklin, Lívia Lopes e Luiza Lima


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48 comments

  1. Pedro Sena 10 dezembro, 2015 at 11:03 Responder

    Ah! E esse lance de um professor que incentiva alunos pra seguir em uma determinada área ou algo do tipo, ainda existe sim 🙂
    Desde o 6 ano, tive uma sequência de professores maravilhosos de História e com certeza eles me influenciaram muito do meu interesse pela área e possivelmente no que decidirei fazer.

  2. Pedro Sena 10 dezembro, 2015 at 11:03 Responder

    Ah! E esse lance de um professor que incentiva alunos pra seguir em uma determinada área ou algo do tipo, ainda existe sim 🙂
    Desde o 6 ano, tive uma sequência de professores maravilhosos de História e com certeza eles me influenciaram muito do meu interesse pela área e possivelmente no que decidirei fazer.

  3. Pedro Sena 10 dezembro, 2015 at 11:19 Responder

    Pentatonix, que incrível o som dos caras! Uma amiga já tinha me falado deles há uns 3-4 anos atrás mas acabei não dando atenção, vou ouvir tudo que tiver no Spotify hehe Obrigado!

  4. Pedro Sena 10 dezembro, 2015 at 11:19 Responder

    Pentatonix, que incrível o som dos caras! Uma amiga já tinha me falado deles há uns 3-4 anos atrás mas acabei não dando atenção, vou ouvir tudo que tiver no Spotify hehe Obrigado!

  5. Gleyson Cardoso 10 dezembro, 2015 at 14:44 Responder

    Adorei o cast parabéns pelo ótimo trabalho de vocês, já conhecia o Pentatonix do youtube e o livro eu li em 2001, peguei na biblioteca da escola Eudoro Corrêa onde eu estudava na época.

  6. Gleyson Cardoso 10 dezembro, 2015 at 14:44 Responder

    Adorei o cast parabéns pelo ótimo trabalho de vocês, já conhecia o Pentatonix do youtube e o livro eu li em 2001, peguei na biblioteca da escola Eudoro Corrêa onde eu estudava na época.

  7. Adah Conti 10 dezembro, 2015 at 15:53 Responder

    Gostaria de mais fimes (documentarios incluidos), séries, livros (audiolivros também), podcasts (incluindo gringos).
    Queria aproveitar para agradecer novamente vocês do IRADEX. Eu sempre fui uma consumidora compulsiva de livros desde a infância, amo romances policiais, fantasia, suspense, mas já li de tudo, de Dostoievsky a Sabrina. Porém, há cerca de dois anos, por um problema na vista, passei a ter dificuldade para ler muitas páginas seguidas, o que me fez diminuir (muito) o ritmo. Isso me abalou de um modo que ninguém mais próximo pode entender ( talvez o Gabriel Franklin possa).
    Encontrar a mídia Podcast (primeiro atraves do Rapaduracast) e particularmente chegar até vocês foi incrível e me devolveu aquela satisfação de ter uma coisa muito boa para fazer em todos os horários possíveis. Continuo lendo, mas agora tenho que ser mais seletiva e as indicações de vocês estão nas prioridades (A Maquina de Xadrez já esta na lista do amigo secreto). Isso também me fez pensar o quanto a mídia deve ser legal para os cegos. E que existem podcast para surdos (sabiam?) Gratidão à vocês!

  8. Adah Conti 10 dezembro, 2015 at 15:53 Responder

    Gostaria de mais fimes (documentarios incluidos), séries, livros (audiolivros também), podcasts (incluindo gringos).
    Queria aproveitar para agradecer novamente vocês do IRADEX. Eu sempre fui uma consumidora compulsiva de livros desde a infância, amo romances policiais, fantasia, suspense, mas já li de tudo, de Dostoievsky a Sabrina. Porém, há cerca de dois anos, por um problema na vista, passei a ter dificuldade para ler muitas páginas seguidas, o que me fez diminuir (muito) o ritmo. Isso me abalou de um modo que ninguém mais próximo pode entender ( talvez o Gabriel Franklin possa).
    Encontrar a mídia Podcast (primeiro atraves do Rapaduracast) e particularmente chegar até vocês foi incrível e me devolveu aquela satisfação de ter uma coisa muito boa para fazer em todos os horários possíveis. Continuo lendo, mas agora tenho que ser mais seletiva e as indicações de vocês estão nas prioridades (A Maquina de Xadrez já esta na lista do amigo secreto). Isso também me fez pensar o quanto a mídia deve ser legal para os cegos. E que existem podcast para surdos (sabiam?) Gratidão à vocês!

  9. Virginia Rodrigues 10 dezembro, 2015 at 17:20 Responder

    Adoro Pentatonix mas não sabia que tinha documentário deles. E agora, como eu vou sobreviver até chegar em casa pra ver? O.o

    Outro documentário muito bom que tem no Netflix é o que fala sobre a vida de Nina Simone.

  10. Virginia Rodrigues 10 dezembro, 2015 at 17:20 Responder

    Adoro Pentatonix mas não sabia que tinha documentário deles. E agora, como eu vou sobreviver até chegar em casa pra ver? O.o

    Outro documentário muito bom que tem no Netflix é o que fala sobre a vida de Nina Simone.

  11. Alex Nunes 10 dezembro, 2015 at 19:02 Responder

    Por mim quando mais diversidade de indicações, melhor!
    Mesmo quando percebo que o tema não é pra mim, eu escuto com a mesma empolgação, pois sei que vou poder re-indicar para outras pessoas que gostem mais daquilo do que eu, e assim sempre promovendo a troca.

    Indiquem experiências!

  12. Alex Nunes 10 dezembro, 2015 at 19:02 Responder

    Por mim quando mais diversidade de indicações, melhor!
    Mesmo quando percebo que o tema não é pra mim, eu escuto com a mesma empolgação, pois sei que vou poder re-indicar para outras pessoas que gostem mais daquilo do que eu, e assim sempre promovendo a troca.

    Indiquem experiências!

  13. Tiago Medeiros 10 dezembro, 2015 at 19:44 Responder

    Ainda não terminei de ouvir o cast todo, mas deixarei aqui a minha opinião sobre as indicações: o que eu mais gosto no Iradex é o fato de vocês indicarem todo tipo de coisa. A variedade torna tudo mais interessante!

  14. Tiago Medeiros 10 dezembro, 2015 at 19:44 Responder

    Ainda não terminei de ouvir o cast todo, mas deixarei aqui a minha opinião sobre as indicações: o que eu mais gosto no Iradex é o fato de vocês indicarem todo tipo de coisa. A variedade torna tudo mais interessante!

  15. Caio Tarrafa 12 dezembro, 2015 at 20:32 Responder

    vou dizer qual a indicação que mais gosto não, vou indicar indicações, gostaria de ver outras midias, outros meios, sei la, indica um suco, uma malha de camisa um pudim! abraço

  16. Caio Tarrafa 12 dezembro, 2015 at 20:32 Responder

    vou dizer qual a indicação que mais gosto não, vou indicar indicações, gostaria de ver outras midias, outros meios, sei la, indica um suco, uma malha de camisa um pudim! abraço

  17. Felipe Lopes 13 dezembro, 2015 at 06:07 Responder

    Passando pra dizer que a Diva Luiza é d+! E que as indicações que eu mais gosto são de filmes, pois é mais fácil de consumir e é a mídia que eu mais consumo possivelmente. Se tiver outra coisa a mais pra comentar aqui boto depois. Bju pra todos!

  18. Felipe Lopes 13 dezembro, 2015 at 06:07 Responder

    Passando pra dizer que a Diva Luiza é d+! E que as indicações que eu mais gosto são de filmes, pois é mais fácil de consumir e é a mídia que eu mais consumo possivelmente. Se tiver outra coisa a mais pra comentar aqui boto depois. Bju pra todos!

  19. Pâmella Martins 14 dezembro, 2015 at 00:05 Responder

    Boa noite. Programa ótimo, como sempre. Só corrigindo a informação. O Avi é baixo, não tenor. A classificação de tenor é de homens com alcance para mais agudo. O baixo é para alcances graves! ????

  20. Benedito Portela 15 dezembro, 2015 at 14:43 Responder

    Oi amigos, muito bom este podcast, ótimas indicações! Ao escutar me lembrei de duas indicações, talvez até vcs já conheçam, uma animação francesa chamada “O Gato do Rabino”, se passa na Argélia no começo do século, um gato passa a falar apos comer um papagaio, ele se apaixona pela filha do rabino e quer se converter a religião por causa dela, tem mais elementos a estória e uma jornada, achei muito legal esta animação! A outra é musical, assim como o Pentatonix, tem uma banda que faz versões de musicas conhecidas, o que difere? são três caras que tocam muito e cantam muito bem, e as versões as vezes saem melhores que as originais, e isto sem ter guitarra na banda, são apenas um cara na bateria, outro no baixo e o tecladista canta e toca, e num teclado pequeno, não é como aquelas bandas com uma montanha de teclados, vale a pena ver os clips deles, “Dirty Loops”!
    Valeu!
    Bené

  21. Benedito Portela 15 dezembro, 2015 at 14:43 Responder

    Oi amigos, muito bom este podcast, ótimas indicações! Ao escutar me lembrei de duas indicações, talvez até vcs já conheçam, uma animação francesa chamada “O Gato do Rabino”, se passa na Argélia no começo do século, um gato passa a falar apos comer um papagaio, ele se apaixona pela filha do rabino e quer se converter a religião por causa dela, tem mais elementos a estória e uma jornada, achei muito legal esta animação! A outra é musical, assim como o Pentatonix, tem uma banda que faz versões de musicas conhecidas, o que difere? são três caras que tocam muito e cantam muito bem, e as versões as vezes saem melhores que as originais, e isto sem ter guitarra na banda, são apenas um cara na bateria, outro no baixo e o tecladista canta e toca, e num teclado pequeno, não é como aquelas bandas com uma montanha de teclados, vale a pena ver os clips deles, “Dirty Loops”!
    Valeu!
    Bené

  22. Malu Santiago 15 dezembro, 2015 at 14:55 Responder

    O homem que calculava é o meu livro de infância mais querido e amado.
    Meu pai é professor de matemática e um contador de histórias nato. Malba Tahan permeou todo o meu desenvolvimento intelectual e moral. Devo muito do que sou a ele. E quero, assim como meu pai, usá-lo com meus futuros filhos.
    As vezes quando escuto qualquer referência aos seus livros, me vem nó na garganta de nostalgia bucólica. Até meus 12 anos, meu pai, toda noite após o jantar, ainda à mesa com a família toda reunida, contava um pouco da história do tesouro de bresa, do sábio da efologia, das montanhas do Harbatol, das mulheres dos olhos verdes, enfim. Sempre parava no melhor momento e nos deixava empolgados para a continuação. Encho os olhos de lágrimas só de lembrar.
    Esse Iradex tem um lugar cativo no meu coração. Obrigada por esse momento tão especial.

  23. Malu Santiago 15 dezembro, 2015 at 14:55 Responder

    O homem que calculava é o meu livro de infância mais querido e amado.
    Meu pai é professor de matemática e um contador de histórias nato. Malba Tahan permeou todo o meu desenvolvimento intelectual e moral. Devo muito do que sou a ele. E quero, assim como meu pai, usá-lo com meus futuros filhos.
    As vezes quando escuto qualquer referência aos seus livros, me vem nó na garganta de nostalgia bucólica. Até meus 12 anos, meu pai, toda noite após o jantar, ainda à mesa com a família toda reunida, contava um pouco da história do tesouro de bresa, do sábio da efologia, das montanhas do Harbatol, das mulheres dos olhos verdes, enfim. Sempre parava no melhor momento e nos deixava empolgados para a continuação. Encho os olhos de lágrimas só de lembrar.
    Esse Iradex tem um lugar cativo no meu coração. Obrigada por esse momento tão especial.

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