Sem Fim: Meça seu passado sujo, parsa! | Iradex

Sem Fim: Meça seu passado sujo, parsa!

Ah, mas fomos de tudo a tudo! De Lev Vygotsky, aprendizado e formação da linguagem até banheiros públicos de Roma. SÓ TEM LOUCO nesse negócio de Sem Fim. Essa semana então... Ouça por sua conta e risco.

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Gabriel Franklin, Bruno Cavalcante.


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24 comments

  1. Bruno Freire 14 junho, 2015 at 14:49 Responder

    Quanto ao app de banheiros, tem uma série chamada The Exes, que um personagem cria um aplicativo pra encontrar banheiros disponíveis, embora se eu não esteja enganado são de pessoas que emprestam seus banheiros para serem usados.

  2. Bruno Freire 14 junho, 2015 at 14:49 Responder

    Quanto ao app de banheiros, tem uma série chamada The Exes, que um personagem cria um aplicativo pra encontrar banheiros disponíveis, embora se eu não esteja enganado são de pessoas que emprestam seus banheiros para serem usados.

  3. Concílio Silva 14 junho, 2015 at 16:47 Responder

    Essa de a culpa ser sua de ser roubado escutei até da minha mãe quando fui assaltado no começo do ano. Tava vindo pra casa com um amigo meu me dando carona depois da aula do último horário na UNIFOR, quando o cara tava fazendo o caminho pra voltar pra Washington, passando do lado da FA7 um cara roubou a gente, eu tava com a mochila nas pernas, contei pra minha mãe e ela fala
    “Mas também, deixou a mochila nas pernas, claro que ele ia roubar.”

  4. Concílio Silva 14 junho, 2015 at 16:47 Responder

    Essa de a culpa ser sua de ser roubado escutei até da minha mãe quando fui assaltado no começo do ano. Tava vindo pra casa com um amigo meu me dando carona depois da aula do último horário na UNIFOR, quando o cara tava fazendo o caminho pra voltar pra Washington, passando do lado da FA7 um cara roubou a gente, eu tava com a mochila nas pernas, contei pra minha mãe e ela fala
    “Mas também, deixou a mochila nas pernas, claro que ele ia roubar.”

    P.S.: Curiosidade besta, mas imaginem meu espanto quando percebo que o Pedro Martins que o PH Santos citou ai que é alguém que ele admira é o senhor que mora aqui no térreo do meu bloco do condomínio, que é o senhor que todo dia que desço as escadas vejo la, de boa. Sei, é algo besta, mas fiquei meio impressionado com isso, alguém que eu admiro admirar o senhor que eu vejo todo dia.

  5. Andrew Henrique Pavei 15 junho, 2015 at 17:48 Responder

    Ola galera escrevo esse comentario enquanto escuto o cast entao possivelmente mais tarde voltarei a comentar =)

    Para acrescentar a discussão sobre linguagem :

    As palavras muitas vezes podem trazer inumeras informações sobre a horigem de um povo em que os registros historicos a muito foram perdidos, como por exemplo as tribos bárbaras que se instalaram na regiao que hoje é a hungria, por muito tempo as teibos não possuiam uma palavra para “mel” então apartir disso os pesquisadores acreditam que esses povos vieram de uma certa regiao da asia que por questoes climaticas nao possuia abelhas e assim consequentemente o mel nao existia,
    A palavra em si foi incorporada quando outros povos, que possuiam mel, comecaram a entrar em contato com as tribos.

    isso é só um exemplo mas ele se aplica a muitos povos de diferentes regioes do mundo.

    ja perceberam que Café é uma palavra meio que comum em todas a linguas? o que isso têm a nos dizer? se fomos voltando no tempo podemos chegar ateh na época das invasões doa povos onde hj eh a turquia sobre a europa =)

    espero ter sido um pouco claro. .faloww tigrada!

    • Gabriel Franklin 16 junho, 2015 at 02:27 Responder

      Andrew, isso que você falou é muito legal. Já vi sobre a palavra “mãe”, que na maioria das línguas se forma com a mesma inflexão dos lábios. Adoro esse assunto!

  6. Andrew Henrique Pavei 15 junho, 2015 at 17:48 Responder

    Ola galera escrevo esse comentario enquanto escuto o cast entao possivelmente mais tarde voltarei a comentar =)

    Para acrescentar a discussão sobre linguagem :

    As palavras muitas vezes podem trazer inumeras informações sobre a horigem de um povo em que os registros historicos a muito foram perdidos, como por exemplo as tribos bárbaras que se instalaram na regiao que hoje é a hungria, por muito tempo as teibos não possuiam uma palavra para “mel” então apartir disso os pesquisadores acreditam que esses povos vieram de uma certa regiao da asia que por questoes climaticas nao possuia abelhas e assim consequentemente o mel nao existia,
    A palavra em si foi incorporada quando outros povos, que possuiam mel, comecaram a entrar em contato com as tribos.

    isso é só um exemplo mas ele se aplica a muitos povos de diferentes regioes do mundo.

    ja perceberam que Café é uma palavra meio que comum em todas a linguas? o que isso têm a nos dizer? se fomos voltando no tempo podemos chegar ateh na época das invasões doa povos onde hj eh a turquia sobre a europa =)

    espero ter sido um pouco claro. .faloww tigrada!

    • Gabriel Franklin 16 junho, 2015 at 02:27 Responder

      Andrew, isso que você falou é muito legal. Já vi sobre a palavra “mãe”, que na maioria das línguas se forma com a mesma inflexão dos lábios. Adoro esse assunto!

  7. Capeitão Caverna 16 junho, 2015 at 14:32 Responder

    O problema da água da torneira brasileiro é a quantidade excessiva de cloro… ela é limpa, vc não vai morrer da sujeira e sim do cloro que não é absolvido e fica no organismo.

    Aquele problema de esquecer coisas não faz sentido. A não ser que não haja a possibilidade da palavra mágica, porque pra você se lembrar da palavra você tem que lembrar do que esqueceu, paradoxo lógico.

  8. Capeitão Caverna 16 junho, 2015 at 14:32 Responder

    O problema da água da torneira brasileiro é a quantidade excessiva de cloro… ela é limpa, vc não vai morrer da sujeira e sim do cloro que não é absolvido e fica no organismo.

    Aquele problema de esquecer coisas não faz sentido. A não ser que não haja a possibilidade da palavra mágica, porque pra você se lembrar da palavra você tem que lembrar do que esqueceu, paradoxo lógico.

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