Assassin’s Creed: Primeiras Impressões do Filme

Saiu o trailer de Assassin’s Creed – O Filme, e o PH já correu para dar algumas primeiras impressões.

Saiba se vão usar os personagens dos games, como será feita a “entrada” no passado e o que o filme precisará fazer como obrigação! Será que o PH gostou da trilha sonora do game? Corre, assiste o trailer e depois o vídeo, ou vice-versa.

Trailer de Assassin’s Creed – O Filme

+INFO

Direção: Justin Kurzel

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons

Gêneros Ação, Ficção científica

Estréia: 05/01/2017 (Brasil) – 21/12/2016 (EUA)

Ataque ao Prédio (Attack the Block, 2011) | Longe do Hype #04

Vocês conhecem este cara da imagem acima? Claro! John Boyega, o Finn de Star Wars – O Despertar da Força. Porém, na pele do intimidante Moses na pérola de baixo orçamento Attack the Block (Ataque ao Prédio, de 2011).

O filme britânico do diretor Joe Cornish fez sucesso em festivais de cinema em 2011 graças ao charme do projeto, entrosamento do elenco de jovens atores e sua notória homenagem aos filmes de “terrir” dos anos oitenta. Tal qual as saudosas fitas VHS que ornamentavam a categoria Terror nas locadoras de vídeos com monstros fofinhos e dúbios na capa.

O enredo é basicamente sobre uma invasão alienígena no subúrbio de Londres e como o nicho marginal da cidade lida com tal incidente. E o protagonismo fica por conta dos membros de gangues, traficantes de drogas, párias da sociedade e pessoas comuns em situações inusitadas que transitam entre o gore, o absurdo e o escrachado.

Muito sangue, efeitos especiais duvidosos, porém, charmosos, e um espírito despojado fazem desse filme uma pequena pérola que passou longe do hype.

PS: A produção é do badalado Edgar Wright, responsável pela direção de Scott Pilgrim, Todo Mundo Quase Morto e Hot Fuzz. Logo, Attack the Block bebe do mesmo bom humor característico de suas obras.

PS2: Joe Cornish e Edgar Wright trabalharam juntos no script de Homem-Formiga da Marvel Studios.

NOTA: 7 pintinhos sorridentes, cujas presas brilham no escuro.

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Iradex Podcast 97: Sicario / Cartel Land

Seguindo nossas indicações de documentários do Oscar 2016, essa semana contamos com a ilustríssima participação do Lucas Aquino para falar sobre Cartel Land. Pra casar, falamos também sobre o injustiçado filme Sicário, que merecia ter recebido bem mais destaque. Tá tenso, mas tá massa!

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio AndersonGabriel Franklin e Lucas Aquino


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Iradex Podcast 95: The Bletchley Circle / A Garota Dinamarquesa / The Hunting Ground

É especial, é bonito, é demais. Um Iradex diferente e, definitivamente, bem melhor do que o normal. Entenda o motivo. Saiba o que mulheres a fim de resolver um crime são capazes. Gostamos do filme “A Garota Dinamarquesa”? O que aconteceu nas universidades americanas e pouco se faz sobre isso? Isso e muito mais, aí, nesse Iradex Podcast mais do que especial.

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Participaram desse podcast: Livia Lopes, Emilia Braga e Luiza Lima


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What We Do In The Shadows | Longe do Hype #2

Nossa coluna quinzenal que privilegia os preteridos da cultura pop, agora volta com o hilário e inusitado longa-metragem WHAT WE DO IN THE SHADOWS, que você provavelmente nunca ouviu falar.

O enredo dirigido e escrito pela dupla Jemaine Clement e Taika Waititi na forma de mockumentary, documentário falso, acompanha o cotidiano de quatro vampiros singulares que dividem uma casa na Nova Zelândia à espera da confraternização de criaturas das trevas denominada Baile de Máscaras Profano.

O texto da afiada da dupla neozelandesa nos apresenta de maneira perspicaz às peculiaridade de cada um desses protagonistas, seus costumes escabrosos, o anacronismo, seus modos de lidar com as vítimas e abraçar a imortalidade. Os estereótipos vampirescos estão lá: o pedante, o sedutor, o antiquado e o monstruoso. Também fica evidente a clássica rivalidade com os lobisomens que habitam a vizinhança, em uma sequência tão cômica que poderia ser abençoada ou “amaldiçoada” por Roman Polanski, realizador do agradável A Dança dos Vampiros.

WWDITS é um filme que deslumbra por sua originalidade, humor nonsense, diálogos inspirados e diverte de maneira corajosa como não se faz há décadas!

PS: Vale dizer que Taika Waititi já é cotado como um diretor em ascensão. Responsável pelo festejado Hunt for Wilderpeople e escalado como diretor de Thor: Ragnarok.

Nota:

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