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Sete Reinos 29: Game of Thrones – Temporada 6 Episódio 7

Povo Asteroide! Nos encaminhamos para o final da temporada com um episódio que dividiu opiniões. Tivemos voltas de personagens importantes, más e boas atuações e encaminhamentos para desfechos de jornadas. Vem com a gente falar de tudo isso e ainda com uma coisinha diferente no meio. Vocês vão gostar!

Sua opinião é fundamental, então comenta aqui no post e também compartilha com os amigos que ainda não conhecem o Sete Reinos!

No final rola a nossa conversa com spoilers sobre coisas que acreditamos que irá acontecer até o fim da temporada.

Spoilers até o 7º episódio da 6ª Temporada da série.

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Participaram desse podcast: Kaio AndersonGabriel Franklin, Thais Martins e João Luiz.


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Sobre

O Sete Reinos é um podcast quinzenal sobre o universo criado por George RR Martin para o livro As Crônicas de Gelo e Fogo. Aqui, abordaremos Game of Thrones (Guerra dos Tronos) como uma franquia, passando por literatura, TV, games, jogos de tabuleiro e demais escritos do velho Martin. Quando a série da HBO estiver em cartaz, faremos uma edição do podcast a cada dois episódios inéditos da série.

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Contatos

  • Thais Martins

    Então, gente. Na parte que eu digo que a Brienne questiona o Meribald sobre a justiça da Irmandade e o Kaio contesta, escutem o Kaio. É com o Thoros que a Brienne fala. 😉

  • Wedla Melo

    pessoal, uma correção: não é o bronn quem mata a irmã da esposa, a lady falyse stokeworth. cersei a entrega pros experimentos de qyburn, ela morre gritando nas celas. já o marido dela realmente é morto por bronn, mas em um duelo que o ser balman provoca, pois foi enviado por cersei pra matar bronn por ele ser um “traidor”, já que ele deu o nome de tyrion ao filho bastardo de lollys stokeworth, a sua esposa.

    outra coisa que vocês se esqueceram de mencionar é que cersei, na série, também oferece um castelo e uma senhora a bronn de modo que ele não seja o guerreiro do tyrion no julgamento por combate. depois jaime faz a mesma proposta. mas parece que D&D convenientemente esquecem o plot do bronn pra ele servir de estepe de lannisters em geral, e não um personagem com escolha própria e livre arbítrio.

    • Ótimo comentário, Wedla! De fato é paia o D&D continuarem repetindo essa promessa para o Bronn.
      E obrigado pelas correções. 😀

      • Bruno Lacerda Balbi

        Mais um detalhe sobre esse assunto. Tenho quase certeza que o Bronn (da serie) nao chegou a casar com a Talyse. Eles eram apenas noivos quando o Jaime o recruta para Dorne.

        • Pois é, já me falaram. Acredito que é isso aí mesmo.

      • Magno

        O que é paia?

  • Wedla Melo

    esse negócio dos cavaleiros do vale não te fazem lembrar gondor tombando na última batalha e os cavaleiros de rohan chegando?! ou então gondor tombando com os cavaleiros de rohan e chegando o aragorn com o exército dos fantasmas?!

    pessoal da série tá mesmo sem criatividade.

  • Lucas Dias
  • Marcelo de Assis

    1) Não li os livros, mas pretendo.

    2) As serpentes de areia mataram com uma, duas facadas, que ok, podia estar envenenada, mas o Ramsay mata o pai com uma facada só e ele morre na hora! Arya tomou duas ou três facadas e continuou andando e não deve morrer, é incoerência com a própria série.

    3) O Bronn quando topou ir pra Dorne com o Jaime, mudou de esposa. Lollys na série casará com Sor Willys Bracken. Jaime promete uma garota e um castelo muito melhor.
    S05E02 – The house of Black and White, min 18-19

    • Massa, valeu pelo esclarecimento, man!

      E a parte da Arya foi bem esticada mesmo.

      • Marcelo de Assis

        Kaio, teoria simples pro próximo sete reinos de teorias.

        Fogovivo pode ter como base o Rio Cinzas, que fica na Terra das Sombras?
        É dito que durante a noite, fosforescências verdes iluminam o rio e que os peixes são cegos e deformados.

        • Vixe, nem sei qualé esse rio.
          De toda forma, acho que é longe demais da série. Talvez seja uma debate válido se o papo fosse sobre os livros.

  • Lucas Dias

    Cheios de dedos pra falar da Asha Greyjoy hehehehehe

    • Pois é, eu fui e voltei várias vezes e não me fiz entender. Se lembrar, faço um disclaimer sobre no próximo Sete Reinos.

  • Igor

    Eu admito que me perdi na linha de raciocionio de vocês na parte da asha na parte do “não tem problema ser lésbica” e do “espero que a série conserte fazendo com que ela fique com um cara”. Mas enfim, pra mim esse problema de estereótipo só é um problema quando a personalidade da personagem é simplesmente ser rotulada pela opção sexual dela, e não é o caso da Asha na série, até porque até semana isso não tinha a menor importancia pra defini-la. E quanto ao Loras não ser o cavaleiro da guarda real corajoso do livro também não é um problema pra mim. Se o objetivo era fazer ele ser mais sensivel ou fragil na série pra mim é completamente ok. O problema é justamente que a personalidade dele foi limitada a ser o “cara homosexual” da série. Após a batalha da agua negra ele teve um arco de desenvolvimento praticamente nulo, só servindo pra plot da fé militante, mal aparecendo em tela, acho que o problema está mais no desenvolvimento de personagens na série do que na fidelidade ao livro(que convenhamos, a essa altura do campeonato não tem porque cobrar isso).

    • Igor, o que quis dizer é que não tenho problema algum em alterarem a sexualidade da personagem da série pro livro. Tenho problema apenas com a provável construção do estereótipo de quem uma mulher guerreira é uma mulher macho, que inclusive é lésbica.

      Em resumo, é isso. 🙂

      • Igor

        Eu concordo com você, no mundo ideal eles deveriam fugir do estereótipo, e é realmente possivel que eles façam isso com a Asha. Mas eu quando assisto a série sempre parto da premissa que o D&D não tem um 1/10 da criatividade do martin pra contar histórias. Então na hora de adaptar eu não tenho dúvida que, se eles não vão pegarem direto do material do martin ou que o mesmo contou algo pra eles, vai sair algo obvio ou vai cair em algum clichê de roteiro pra preencher as lacunas da história. As vezes eles me surpreendem, mas normalmente não é o caso. A regra é rolarem furos e simplificações de personagens a um estereótipo quando não é muito seguido ao livro, como o caso do Loras. Acho que tudo é uma questão de expectativa no final das contas rs.

      • Camila Albuquerque

        Cara sobre isso!

        Sou l’esbica e na hora que apareceu a Asha me senti super representada, empolgadissima.
        Mas ai depois parei pra pensar… e fiquei “EPA! perai…”
        Acho que deveria ter sido construido mais o fato de ela fazer as mesmas coisas que os homens de ferro fazem, como uma forma de cultura mesmo. Seria legal se tivessemos visto o povo e se esse fosse um costume normal entre eles. Mas ali na hora, me pareceu apenas os produtores novamente fazendo uma mulher empoderada mal escrita, que baseia-se em esterotipos novamente… Pra que fugir do livro onde a Asha ‘e super forte e sexualmente livre pra ficar com quem ela quer? Por que nao colocar ela seduzindo varios homens ali? Por que tem que ser essa ideia de “mulher macho”?

        Depois que pensei sobre isso e depois de ouvir voces falando, me senti ainda pior pela minha alegria inicial… porque ‘e s’o mais um jeito da sexualizacao da homossexualidade feminina, enquanto isso denegrindo o Loras reduzindo-o a apenas um cara sensivel e fr’agil que s’o fazia trepar o tempo inteiro. Inclusive, ate o amor dele pelo Renly foi reduzido, porque ele aparece tanto de sacanagem por ai que fica parecendo que ele ‘e assim com qualquer um, ou que o Renly nao tinha uma importancia concreta.

        • Ótimo comentário e falou o que eu não consegui falar também no episódio por ir e voltar tantas vezes. hehehe
          Brigado, Camila.

        • Mas você não acha que se fosse o caso de sexualizar a homossexualidade feminina pra excitar o publico masculino a personagem não seria uma mulher feminina e com traços delicados pegando outra mulher? Prq a atris tá longe de ser isso, não iriam criar uma personagem masculinizada pra usarem como fetiche masculino né.
          E peraí, acho exagero essa opinião sobre o Loras, até onde eu lembre ele só foi mostrado fazendo sexo duas vezes na série, uma foi com o Renly, e a outra tempos depois da morte do Renly com o prostituto disfarçado que o Mindinho usou a mando da Cersei justamente pra poder incrimina-lo perante a fé militante. E se não me engano é falado que existiam comentários sobre as aventuras sexuais dele, mas qualquer ato homossexual naquele contesto vivaria fofoca.
          E ainda assim se ele fizesse sexo com vários caras isso n~]ao quer dizer que ele não amava o Renly ué :v .

          • Camila Albuquerque

            Simsim, entendo que atriz não seja tudo isso, mas estava falando do estereótipo em geral, acho que seria bacana se mostrasse ela também pegando alguns caras e até imitando os outros costumes dos homens de Ferro. Ela é bem integrada ali, e é legal que faca as mesmas coisas, só o jeito que foi mostrado ficou bem machista.

            Sobre o Loras, tambem concordo que fazer sexo com outras pessoas não significa não amar o Renly, mas na série achei o personagen Bem reduzido. Tenho essa impressão de que o vi muito mais na cama do que lutando, ou pelo menos que a fofoca sobre a homossexualidade dele é Bem maior do que o fato dele ser um cavaleiro incrivel.

            Brigada pela tua resposta, sempre bom ouvir as outras opinioes 🙂

          • bom ver a opinião de uma mulher lésbica aqui também.
            Olha, eu sinceramente não acho que é necessário que ela seja bissexual pra poder ser masculinizada e lésbica, não há problema algum em ser uma “mulher macho” e lésbica.
            E já temos a Brienne que é uma “mulher macho” mas é hétero.
            é importante mostrar todo o espectro de diversidade das mulheres com todas as suas formas de comportamento de gênero e sexualidade.

          • Camila Albuquerque

            ARRASOU!

            Também nao vejo problema em “mulher macho lésbica”, so achei meio falta de criatividade sabe, acabar indo nesse caminho. Mas se ficou legal tudo ok!

            Muito massa é ver um homem com um argumento tao bacana sobre diversidade :*

  • HSCB

    Minhas considerações…
    1. Imaginem o discurso do Septão com cenas ao fundo …. 😮
    2. Esse episódio foi o último fôlego pros próximos que serão alucinantes!
    3. Vcs não acham “muito fácil” a Margaery enganando o Alto Pardal??? Eu ainda acho que o velho está no “comando” …
    4. Brienne finalmente vai juntar sua história nas terras fluviais de novo … qual a chance de Lady SH?
    Legal o POD, parabéns!

    • 1. Quais cenas ao funo no discurso do septão?
      2. Sim, esse episódio foi a calma antes da tempestade, certamente.
      3. Então… eu acho que o Alto Pardal não será pego com calças arriadas… estou ansioso pra ver o que virá. hehehe
      4. Eu sou do time que não acredita em SH na série, mas tô começando a achar que tô errado…

      • HSCB

        Aquelas que o Gabriel leu, isto é, do livro, exatamente …. já imaginou?
        Tipo intercalando o ator falando e as cenas …

  • confesso que a linha editorial do podcast me deixa confuso.

    em alguns momentos é válido usar os livros pra falar da série (1) já em outros não se pode falar (2).

    (1)

    o discurso do homem quebrado;

    o norte se lembra;

    (2)

    fantasma do coração alto.

    quanto a descaracterização x caracterização de personagens ou tramas. este caso, pra mim, é o mais impactante pq não há nenhum personagem ou trama que já não tenha sido descaracterizado; sendo assim, qual seria o problema fazerem isso com a irmandade sem bandeiras ou com uma provável senhora coração de pedra.

    by the way, a familia clegane é vassala dos lannister sendo esse um bom motivo pra haver um “encontro” do tipo corda ou espada entre o cão e uma IsB lideradas por uma LSH que bem poderia ser chamada no one.

    • D.White Walker, rsrsrs.

      Concordo que especificamente esse episódio ficou confuso. Acredito ser interessante a liberdade para cada indivíduo tecer seu próprio argumento, sem tantas intromissões (estou levando em consideração que é uma conversa é fluída e não existe tanta preocupação com ordem), mas não foram poucas vezes que alguém iniciava um tema e era cortado com outra linha, que se entrelaçava e não encontrava um fim. No mais, ótimo trabalho, em todas as edições. Falou.

    • Acho que tem sempre que se pesar se determinado ponto dá ou não pra usar o material dos livros como referência. No final das contas, acaba sendo sempre subjetivo.

  • Felipe Barbosa

    O Norte se lembrou sim! Das burradas do Robb

  • Felipe Barbosa

    O Kaio voltou on fire

  • Leonardo Denipoti

    Concordo demais com o kaio em relação à yara, foi uma das coisas q odiei no episodio. A construção da “mulher macho q pega mulher”. Btw, gostei bastante do programa, parabéns!

  • Capeitão Caverna

    Caraca, quando vocês começam a falar ao mesmo tempo por vários segundos dá vontade de invadir a casa do PH pra dar um cascudo em cada um. Principalmente na parte da Yara. Concordo com o Kaio.

    • Bruno Lacerda Balbi

      Rs..tb ia dar esse toque para os integrantes do Podcast.

    • Gravamos presencialmente e as vezes um ponto determinado nos deixa empolgado demais, aí rola o caos… hahaha

  • Camila Albuquerque

    Boa noite galera!!

    H’a um tempo descobri o 7 Reinos, ouvi todos e estou adorando o trabalho de voces, estao todos muito de parabens!
    Eu sempre pensei em comentar, mas acaba que sempre escuto enquanto estou me locomovendo e sempre pelo feed, ai fica dificil tirar um tempo pra vir aqui e dar esse feedback, mas dessa vez achei bem importante.

    Sobre o episodio, realmente o mais fraco da temporada, o que ainda significa muita coisa perto das temporadas passadas!

    Mas meu comentario vai especialmente para o Kaio, e espero que seja tomado com muito carinho e como uma critica construtiva mesmo:
    Kaio, nunca fui host de podcast, nem sequer sei como se grava isso, apenas escuto bastante. Mas o que entendo ‘e que voce deve mediar, guiar o papo e principalmente entermediar as discussoes… s’o que no teu caso, acaba que tu se empolga muito as vezes e passa por cima dos convidados. Sei que isso nem deve ser por mal, mas acho que valeria a pena tu escutar novamente e contar o tanto de vezes que d’a pra notar a Thais tentando falar e voce falando continuamente. Aproveita os convidados que tem, deixa a galera dar opiniao, se nao vira mais um mon’ologo do que um bate papo. Se fosse pra contar so tuas opinioes, faz um canal no youtube de review, faz so um comentario rapido separado, sei la, qualquer outro formato… mas pelo que noto, podcast ‘e feito pra agregar opinioes dos participantes e gerar um debate.
    ‘E triste dizer isso, mas adorei bastante o podcast passado, e escutei duas vezes justamente pra fazer esse comparativo porque voce nao estava.

    De forma alguma quero te ofender ou criticar negativamente o trabalho, apenas espero que isso seja ouvido de maneira positiva pra que o podcast de voces fique ainda melhor a cada semana. Muito obrigada por toda a dedicacao, esforco e paixao por Game of Thrones, e por dividir isso conosco.
    Abracao!

    PS. desculpa, meu teclado nao tem acentos!

    • Valeria

      Acho que vc não pretende ofender, esqueceu de escrever o não, heheheh…. Concordo parcialmente com vc Camila, no que se refere a empolgação do Kaio, mas acredito que se ele ficar contido, descaracteriza muito o programa. Tem um dado momento em que todos falam ao msm tempo, e isso é engraçadíssimo, pq em conversar na vida real, todo mundo faz isso, se atropela e falam junto. O espirito de um podcast nesse formato é ser bem informal, quase casual, por isso não tem ordem de fala ou controle de pauta, não é um programa propriamente dito, e particularmente acho q esse espirito não deve mudar, ainda mais pq é a identidade do site. Ouço muitos podcasts, e os q mais gosto são o que tem justamente esse formato, em q dado momento a conversa fica uma loucura, tipo o 99vidas…. Tenho certeza q o Kaio vai levar em consideração a sua observação, mas a verdade é q com o tempo vc se acostuma com isso, e percebe q faz parte da originalidade deles….

      • Camila Albuquerque

        Hahaha exato, NÃO pretendo ofender!! Obrigada pela tua resposta e esclarecimento. Eu também gosto bastante da informalidade, e a associacao que isso traz com uma conversa real… mas é que acho que as vezes é exagerado, como mesa de bar mesmo, tem gente que tenta, tenta e não consegue um espacinho pra dar sua opiniao porque tem alguém que não escuta.

        Entendo isso de falarem ao mesmo tempo, mas acho que principalmente gravando, viu que ta falando ao mesmo tempo, um cala e dá a vez ao outro, depois fala e assim vai. Sinto que as vezes infelizmente fica bem atropelado. 🙁

    • Camila, valeu pelo teu comentário.
      Pode ter certeza que levo muito em consideração. 🙂

  • Bruna Cardoso

    A atriz da Yara falou que a personagem gosta de tudo tipo o Oberyn hahahaa

  • Gabriel Miranda

    Galera, apenas para não esquecer, comentei isso com PH Santos no Twitter:

    Desde os primeiros episódios do podcast eu percebo que vocês tem grande desejo de que a Lady StoneHeart esteja presente na série, e eu também tenho, mas no último episódio fiquei confuso pq alguém defendeu que ela seria uma pessoa boa???

    Como assim? Qdo eu terminei de ler os livros, cheguei à conclusão de que a culpa de tudo que dá errado na história dos Starks é justamente por culpa de Catelyn. Senão, vejamos:

    1) Ela é quem diz a Ned para ir para Porto Real;
    2) Ela é quem faz o acordo para o casamento de Rob com a filha do senhor das Gêmeas;
    3) Ela é quem abre guerra com os Lannister ao capturar Tyrion de forma completamente sem sentido;
    4) Ela tratou mal Jon Snow a vida inteira, e motivo dele não ter lugar à mesa Stark é dela;
    5) Ela liberta o Regicida, em um movimento completamente egoísta, acabando com boa parte das forças de Rob, que acabou por decapitar um dos lords que lhe dava apoio;
    6) Ela atrapalha a mediação entre os irmãos Baratheon, e por mais que o resultado pudesse não mudar, a participação dela naquela reunião terminou de destruir tudo, e logo na sequencia Stannis mata o irmão com magia de sangue;
    7) Se ela estivesse em Winterfell, onde o marido e o filho mandaram ela estar, o resultado da tomada de Theon teria sido outra.

    Por qual motivo a LSH seria uma pessoa boa? Ela já era ruim em vida, sendo uma pessoa extremamente desconfiada, maldosa com aqueles que não são do seu sangue, arrogante e egoísta, o único ponto positivo dela era o amor que ela nutria pelos 5 filhos, proporcional ao ódio que ela tinha de Jon e Theon.

    Então assim, por qual motivo vocês esperam que uma criatura que, além de tudo de ruim que ela já tinha em si, ainda é movida por um desejo de vingança contra as famílias Lannister e Frey poderia ser boa para os pobres?

    Ela não gostava dos pobres quando era senhora de Winterfell, por que gostaria deles agora que lidera a irmandade sem bandeiras?

    Vale lembrar que nos livros tem quem relate que a irmandade ajuda as pessoas, como tem quem relate que a irmandade promove saques e ataques, especialmente com a participação de alguém usando o elmo do Cão de Caça.

    Bem, comentando o episódio, embora tenha ficado claro que aqueles 03 homens são da Irmandade sem Bandeiras, vale lembrar que essa irmandade não necessariamente é representada apenas por um grupo, podendo haver diversas pessoas atuando sob esse “estandarte”, então não vejo incoerência em terem retornado posteriormente, possivelmente em maior grupo, para matar todos naquele acampamento.

    Vocês estão de parabéns pelo podcast, em que todos os episódios são excelentes! =D

    • Cara, não concordo com a sua visão sobre a Catelyn. E afirmo isso sobre a Catelyn, não sobre a LSH.
      Mas o massa de got é essa diversidade de opiniões sobre um mesmo personagem. 🙂

      Se conseguirmos gravar um ‘O Corvo Chegou’ até o fim da temporada, respondo com calma o teu comentário.

      Abraços, man!

      • queria ter escrito no cast ‘no one’ sobre o lema tully – que envolvem as escolhas dos irmãos catelyn e edmure, mas aqui ficou até melhor, embora só tenha tratado da catelyn.

      • Gabriel Miranda

        poisé, como não existem personagens necessariamente bons ou necessariamente maus na escrita de Martin, todos são levemente cinzas, as pessoas discordam sobre o alinhamento de um personagem ou outro, mas isso tbm é muito do julgamento que cada um faz das atitudes desses personagens. 😉

    • espero que tu tenha ouvido o sete reinos sobre o episódio ‘no one’ pois isso ajudaria no que escreverei a seguir.

      acho que tu pegou bem pesado com a pobre da catelyn, pois no fundo o grande culpado de tudo o que se passou em ‘a guerra dos tronos’ foi por culpa de um de seus maiores jogadores, que se chama petyr baelish.

      não quero mudar tua opinião, mas apenas observar que todos os movimentos “errados” de catelyn se devem ao fato dela ter nascido tully e levado seu lema de família bem à sério.

      mindinho sabendo disso, jogou magistralmente através dela e o resultado todos sabemos qual foi.

      estou relendo ‘a guerra dos tronos’ e até onde li, consegui perceber que os grandes acontecimentos (muitos dos quais bem lembrados por ti) que envolvem catelyn estao fortemente associados as palavras tully mencionadas no cast que abordou ‘no one’:

      a carta enviada por lisa acusando falsamente os lannister pela morte de jon arryn – família;

      ned deve servir como mão – dever;

      desvendar o motivo da tentativa de assassinato de bran – família;

      sua (fria) relação com jon – família, dever, honra;

      captura de tyrion (que foi acusado injustamente por mindinho na presença de varys de ser o dono do punhal de aço valiriano) na pousada da encruzilhada – família, honra;

      liberar jaime pra que através deste sansa e arya sejam soltas – família.

      enfim, tudo o que se passou no início da trama de catelyn foi brilhantemente planejado por mindinho e se alguém tem culpa é ele.

      • Gabriel Miranda

        Mas eu concordo com o que você falou sobre Catelyn, todas as escolhas dela tem fundamento no nome da família, porém, eu ainda acho que isso faz dela uma personagem ruim.

        Todos os personagens de Game of Thrones, em especial o que tem ponto de vista, são cinzas, mas numa análise do cinza de cada um, eu acho que Catelyn é de um tom mais escuro.

        Tipo, não é q eu ache ela um Ramsay de saias, apenas acho que avaliando as escolhas que ela fez, considerando inclusive tudo que você pontuou na resposta, torna ela uma pessoa mais para o lado do mal que do bem.

        numa classificação de D&D, eu diria que ela não é, definitivamente, de alinhamento bom, no máximo ela seria Leal e Neutro, para não falar em Leal e mal, mas essa é apenas a minha humilde opinião.

        😉

  • Herbert Parasio

    Kaio Anderson – Vai ter Lady Stone Heart
    Gabriel Franklin – Vai ter Lady Stone Heart
    Thais Martins – Vai ter Lady Stone Heart
    João Luiz – Vai ter Lady Stone Heart

    E não é que acertaram? Parabens galera o 😉

    • Eramos na verdade, não?

      Eu devia ter ido pela minha crença real, que é a de que não vai rolar, e não pelo meu desejo de a ver na série.

  • Tony

    Sobre a “polemica” da Yara/Asha, acho que vocês viajaram um pouco. Mas só acho. Devo estar errado. Me corrijam…
    É que na minha inútil opinião, a serie não quis discutir sobre sexualidade. Entendo que é uma época que, aparentemente, tudo precisa ser um discurso e tal. Mas acredito que a homossexualidade da Asha ou do loras foi apenas inserida, sem pretensão de ser uma grande metáfora. Se os produtores quiseram mostrar que a Asha é fodona, só por ser lésbica, não conseguiram. Se isso for verdade, eles são apenas idiotas. Se eles quiseram retratar que o Loras é delicado por ser homossexual, também não conseguiram. Asha não é (nem passou a ser) a personagem feminina mais foda da serie, assim como o Loras não é o mais frágil, muito pelo contrário. O espectador, que não fica procurando grandes discursos por trás de cada cena, não está nem aí pra quem está trepando com quem. É bem simples: se o personagem for foda, fará coisas foda. Se for covarde, mostrará sua covardia, não acham?

    • Então Tony, entendo a subjetividade do julgamento em torno disso. E como disse, eu costumo me preocupar com essas questões, por isso dediquei parte do podcast pra conversar sobre isso.
      Na minha opinião, esse tipo de retratação empobrece o roteiro.
      Entendo que a série é uma adaptação, mas algumas dessas, na minha opinião são questionáveis.

      • Tony

        “esse tipo de retratação”? por quê retratar a homossexualidade empobreceria o roteiro? Meu problema com essa discussão toda é que se está partindo do principio de que os produtores quiseram dizer alguma coisa com essa escolha. Eu acho que não e mesmo se tivessem essa intenção, eles não conseguiram. Como falei, na pior das hipóteses eles são apenas idiotas.

        • No começo do Sete Reinos 30 eu, resumidamente, expliquei melhor o meu ponto sobre essa treta. Acho que consegui ser mais claro.

  • M Lima

    O que diabos é “paia” ???

  • Lucas Dias

    O “Jaime” vai matar a Irmã pelo mesmo motivo que ele matou o Rei Louco.

  • Eu fiquei um pouco incomodado e confuso sobre a opinião de vocês quanto a Yara, num momento vocês falam que não importa se ela é lésbica mas logo depois se preocupam muito por ela ser uma lésbica masculinizada e a comparam com a sua parte literária que é também uma mulher forte mas que é feminina e hétero pegadora, e até desejam que a Yara seja bissexual pra “corrigir” esse “problema” de ser tão estereotipada.
    Acho que vocês por serem héteros-cis não devem saber mas um debate em alta já a muito tempo na comunidade LGBT é sobre a heteronormatividade, que é o padrão tradicional de comportamento de gênero heterossexual forçado as pessoas LGBT nas suas performasses de gênero, comportamentos, relacionamentos e aparência.
    algo que a gente geralmente percebe como “não precisa ser afeminado pra ser gay”, “não precisa ser masculina pra ser lésbica”, “quem é o homem e quem é a mulher da relação?”.
    Entendo a preocupação com esteriótipos de gênero pois realmente há ainda muito reducionismo das identidades lésbica e gay apenas como mulheres masculinizadas ou homens afeminados por parte do povão, mas hoje dentro da comunidade e principalmente no ativismo o nosso preocupamento está voltado com a imagem de gays serem reduzidos a homens másculos e de lésbicas a mulheres femininas, estereotipar não é legal mas heteronormatividade também não é. É preciso ficar atento para quando se questionar esteriótipos de gênero não acabar caindo num discurso heteronormativista.
    O esteriótipo de gay afeminado e lésbica masculinizada foi criado porque essas pessoas sempre foram as mais visíveis, as aberrações que fugiam mais as normas de gênero, logo eram ridicularizados e usados como um exemplo do desvio do correto, e por isso por muito tempo gays, lésbicas e bissexuais e o movimento tentou se desvincular desses esteriótipos, e até hoje tem muito gay e lésbica que faz de tudo pra se adequar a norma heteronormativista.
    Mas a partir do momento que se cria um pensamento mais questionador quanto a papeis de gênero e de busca a igualdade entre eles não existe mais motivo pra ver uma lésbica masculina ou um gay afeminado como algo de ruim ou que traga de alguma forma uma má imagem ao grupo, pelo contrário, hoje o ativismo LGBT se preocupa muito em emponderar essas pessoas e desvincular a ideia de ser heteronormativo como o correto.
    Então o problema com esteriótipos não está no fato de haver uma personagem lésbica masculinizada que é forte, guerreira, capitã de navios, mas caso houvesse o intuito de usar isso como chacota e piada, o que não foi o caso com a Yara, pelo contrário, foi muito foda ver ela no bordel tão livre como qualquer homem sem isso causar nenhum estranhamento.
    Mulheres lésbicas masculinizadas e homens gays afeminados também precisam ser representados, pois geralmente a pancada da homofobia é mais forte justamente neles.

    • Yã, obrigado pelo teu comentário. E certamente ainda temos muito a aprender.
      Eu só discordo com você sobre o tom da cena, eu a achei um pouco debochada, isso me causou um certo desconforto. E, pelo que li, algumas pessoas da comunidade lgbt também tiveram o mesmo incomodo que eu. E essa minha visão não me isenta vacilos, eim! Tentei ser mais objetivo e corrigir os deslizes no primeiro bloco do SR 30, você ouviu?
      De certa forma, o julgamento é subjetivo, mas é essencial para gerar o debate que ajuda a amadurecer a interpretação sobre essas coisas.
      E te agradeço por nos ajudar com esse tem comentário com esse processo de amadurecimento! 😀

      • Perguntei num grupo de fãs LGBT de Game of Thrones sobre esse assunto e também li opiniões de gente que se incomodou.
        Bem, acho que também depende da interpretação de qual foi o objetivo da cena né, pra mim foi apenas a Yara curtindo o bordel de igual com os seus homens prq ela é uma mulher que está numa posição que a permite estar lá e calhou dela também curtir mulheres, e isso pra mim pelo menos foi algo legal de se ver.
        Li uma opinião de uma pessoa que falou que se incomodou com o fato dela ter objetificado mulheres da forma que se portou no bordel, mas pra mim isso seria natural dado que ela está num ambiente machista e é a unica mulher que já chegou a uma posição de poder em meio a uma cultura também machista, então seria até difícil dela não emular alguns comportamentos machistas.
        Mas enfim, isso já é um assunto de dois episódios atrás hahaha
        fico feliz que meu comentário foi construtivo pra vocês e já tô no aguardo pro próximo episódio do podcast sobre a Guerra dos Bastardos, doido pra ouvir as opiniões de vocês! 🙂

  • Definição: Coisa sem graça, sem valor. Mal-feita. Ruim.

    Desculpa aí pelo regionalismo não explicado. hehehe