Ataque ao Prédio (Attack the Block, 2011) | Longe do Hype #04

Vocês conhecem este cara da imagem acima? Claro! John Boyega, o Finn de Star Wars - O Despertar da Força. Porém, na pele do intimidante Moses na pérola de baixo orçamento Attack the Block (Ataque ao Prédio, de 2011).

O filme britânico do diretor Joe Cornish fez sucesso em festivais de cinema em 2011 graças ao charme do projeto, entrosamento do elenco de jovens atores e sua notória homenagem aos filmes de "terrir" dos anos oitenta. Tal qual as saudosas fitas VHS que ornamentavam a categoria Terror nas locadoras de vídeos com monstros fofinhos e dúbios na capa.

O enredo é basicamente sobre uma invasão alienígena no subúrbio de Londres e como o nicho marginal da cidade lida com tal incidente. E o protagonismo fica por conta dos membros de gangues, traficantes de drogas, párias da sociedade e pessoas comuns em situações inusitadas que transitam entre o gore, o absurdo e o escrachado.

Muito sangue, efeitos especiais duvidosos, porém, charmosos, e um espírito despojado fazem desse filme uma pequena pérola que passou longe do hype.

PS: A produção é do badalado Edgar Wright, responsável pela direção de Scott Pilgrim, Todo Mundo Quase Morto e Hot Fuzz. Logo, Attack the Block bebe do mesmo bom humor característico de suas obras.

PS2: Joe Cornish e Edgar Wright trabalharam juntos no script de Homem-Formiga da Marvel Studios.

NOTA: 7 pintinhos sorridentes, cujas presas brilham no escuro.

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  • plinio fernando

    cara esse filme é bizarro. assisti ele assim que saiu star Wars, tv devia estar explorando esse rapaize maroto. o inicio e bem ruim, mas nao da para parar de ver. o final ele continua ruim, mas e divertido.
    é confuso isso cara

  • Adah Conti

    Nao curto terrir. Horror pra mim é coisa séria, entrou galhofa me perde. Concluo que este não é pra mim, certo?

  • Felipe Lopes

    Esse é o típico filme pra ver com amigos. Pura diversão e nenhum compromisso, e se vc não tivesse levantado essa pérola, eu nunca saberia que já tinha visto um filme do “Fin” antes. Rs
    Como sempre, ótima coluna! Parabéns!