Iradex Podcast 71: Maidentrip / Blackfish

Iradex Podcast de hoje foi pro mar! Pegamos carona com Laura Dekker em sua jornada de volta ao mundo, em Maidentrip. E acompanhamos a trágica vida de Tilikum e outras orcas nos parques marinhos. Ah, e fica até o final que tem também a despedida do Gabs!

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson e Gabriel Franklin


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Playlist do Gabriel

  • Felipe Lopes

    Posso ser o chato da vez Gabriel Franklin?! Se não, dane-se…rsrs
    Então, eu realmente achei que vc iria precisar se ausentar do Iradex… e estava chateado de verdade com isso… vc, assim como os outros participantes do Cast, são muito importantes para mim nesse momento da minha vida… Vcs tem me ajudado a formar opinião, me mostrado formas novas de enxergar o mundo, e mais ainda. Tem me escutado sempre que eu falo, o que é a parte mais incrível desse Podcast hoje, rs. E por causa dessa interação, eu comecei a me sentir mais próximo, mais amigo de vcs. E seria uma perda muito grande ficar sem conversar com esse amigo, sem poder receber aquela dica legal que eu tenho certeza que só vc poderia trazer.
    Falei isso tudo só pra dizer, que da próxima vez que vc for brincar com coisas assim, só pensa um pouco nas pessoas que realmente se importam com vc/s e te admiram. Ok?! Bjundas e abracetas do Fã mais chato. kkkk

  • Felipe Lopes

    Posso ser o chato da vez Gabriel Franklin?! Se não, dane-se…rsrs
    Então, eu realmente achei que vc iria precisar se ausentar do Iradex… e estava chateado de verdade com isso… vc, assim como os outros participantes do Cast, são muito importantes para mim nesse momento da minha vida… Vcs tem me ajudado a formar opinião, me mostrado formas novas de enxergar o mundo, e mais ainda. Tem me escutado sempre que eu falo, o que é a parte mais incrível desse Podcast hoje, rs. E por causa dessa interação, eu comecei a me sentir mais próximo, mais amigo de vcs. E seria uma perda muito grande ficar sem conversar com esse amigo, sem poder receber aquela dica legal que eu tenho certeza que só vc poderia trazer.
    Falei isso tudo só pra dizer, que da próxima vez que vc for brincar com coisas assim, só pensa um pouco nas pessoas que realmente se importam com vc/s e te admiram. Ok?! Bjundas e abracetas do Fã mais chato. kkkk

  • Ana Louise

    Sobre Blackfish, eu fui ver logo depois que ouvi o cast, e me senti um lixo só por ser humana. É impressionante as barbaridades que o ser humano faz por ganância, e por achar que porque é o que é deve dominar todo ser vivo da Terra. Eu nunca tive vontade especial de ir a esses parques, mas achava que se tivesse a chance iria, afinal olhar um animal desse de tão perto deve ser fascinante. E não é como se eu fosse ingênua a ponto de achar que não tem nada de errado em manter esses animais em cativeiro, mas assistir a esse documentário realmente me deixou mal. Ver como eles capturaram insensivelmente os filhotes, separando das mães; aquele lugar que as orcas passavam a noite no parque do Canadá; o fato deles passarem a vida todo num espaço que é sim pequeno pra eles. Horrível! Me sinto mal também por mim mesma, porque é só vendo esse tipo de filme que eu realmente percebo o quanto esse mundo tá todo errado.

    Sobre Maidentrip, não tenho muito a dizer, só que a garota é corajosa, viu. Trilha de Into the Wild é show! Pena que eu não gosto do filme =B

    Gabriel Franklin, este tipo de brincadeira não tem a menor graça, só por causa disso não lhe devo mais nada, adeus.

  • Ana Louise

    Sobre Blackfish, eu fui ver logo depois que ouvi o cast, e me senti um lixo só por ser humana. É impressionante as barbaridades que o ser humano faz por ganância, e por achar que porque é o que é deve dominar todo ser vivo da Terra. Eu nunca tive vontade especial de ir a esses parques, mas achava que se tivesse a chance iria, afinal olhar um animal desse de tão perto deve ser fascinante. E não é como se eu fosse ingênua a ponto de achar que não tem nada de errado em manter esses animais em cativeiro, mas assistir a esse documentário realmente me deixou mal. Ver como eles capturaram insensivelmente os filhotes, separando das mães; aquele lugar que as orcas passavam a noite no parque do Canadá; o fato deles passarem a vida todo num espaço que é sim pequeno pra eles. Horrível! Me sinto mal também por mim mesma, porque é só vendo esse tipo de filme que eu realmente percebo o quanto esse mundo tá todo errado.

    Sobre Maidentrip, não tenho muito a dizer, só que a garota é corajosa, viu. Trilha de Into the Wild é show! Pena que eu não gosto do filme =B

    Gabriel Franklin, este tipo de brincadeira não tem a menor graça, só por causa disso não lhe devo mais nada, adeus.

  • Arthur Zopellaro

    Fui assistir Maidentrip sem esperar nada do documentário, e cara… me pegou de jeito.

    Me identifiquei bastante com a Laura por ela acabar se distanciando das pessoas
    Há alguns anos tive que mudar de cidade para fazer faculdade e nesse processo acabei me distanciando de muitas pessoas. Não por querer, mas pelo rumo que a vida de cada um tomou.

    Tem uma frase específica que ficou marcada em mim, quando a repórter está questionando o motivo dela não sentir mais falta do pai:
    “Look, I haven’t seen my dad in a really long time, so I don’t miss him anymore”
    “Olha, eu não vejo meu pai há muito tempo, então eu não sinto mais falta dele”
    É uma frase bruta, triste e real. E a vida é isso.
    Igual uma outra parte onde ela diz “Nobody said life was easy, but that’s a pretty annoying fact” (Ninguém disse que a vida era fácil, mas esse é um fato muito chato”).
    Olha essa maturidade!

    Tô louco pra assistir novamente esse documentário, mas vou deixar pra daqui uns anos quando eu tiver vivenciado mais experiencias.

    Indico Maidentrip demais!

  • Arthur Zopellaro

    Fui assistir Maidentrip sem esperar nada do documentário, e cara… me pegou de jeito.

    Me identifiquei bastante com a Laura por ela acabar se distanciando das pessoas
    Há alguns anos tive que mudar de cidade para fazer faculdade e nesse processo acabei me distanciando de muitas pessoas. Não por querer, mas pelo rumo que a vida de cada um tomou.

    Tem uma frase específica que ficou marcada em mim, quando a repórter está questionando o motivo dela não sentir mais falta do pai:
    “Look, I haven’t seen my dad in a really long time, so I don’t miss him anymore”
    “Olha, eu não vejo meu pai há muito tempo, então eu não sinto mais falta dele”
    É uma frase bruta, triste e real. E a vida é isso.
    Igual uma outra parte onde ela diz “Nobody said life was easy, but that’s a pretty annoying fact” (Ninguém disse que a vida era fácil, mas esse é um fato muito chato”).
    Olha essa maturidade!

    Tô louco pra assistir novamente esse documentário, mas vou deixar pra daqui uns anos quando eu tiver vivenciado mais experiencias.

    Indico Maidentrip demais!

  • Emilia Braga

    Já estávamos com os ingressos de todos os parques reservados, e pagamos um dia inteiro de “luxo” em um resort all inclusive, fazendo questão de incluir algo que seria então inesquecível: nadar com o golfinho. As reservas foram feitas com antecedência de meses, porque a busca pelo “evento inesquecível” era grande.

    Fomos… Nosso grupo (de 8 pessoas) ficou com um golfinho e uma treinadora. O abraçamos, ele nadou com cada um de nós, fotografamos abraçando e beijando. Foi lindo, foi mágico!

    Um dia antes tínhamos ido no outro lado, na parte do complexo mais famosa, com shows de leões-marinhos, de golfinhos e orcas. Os treinadores não se apresentam mais com as orcas, infelizmente. Elas são instáveis e, alguns anos atrás, depois de um acidente grave, foi proibida a presença de humanos com elas. O complexo em questão é Sea World, e o “resort” é o Discovery Cove. Ambos em Orlando.

    Voltamos de viagem e, menos de um mês depois, foi lançado o documentário “Black Fish”. Assistimos.

    Que vergonha! Como eu, bióloga formada, pós-graduada, me permiti financiar isso? Como pude esquecer-me de tudo que havia aprendido?

    Nos indicaram também que assistíssemos “The Cove”, que era “algo semelhante ao Black Fish, mas sobre golfinhos”. Salvei na lista (do YouTube, tem lá legendado), mas demorei quase dois anos para assistir. É um documentário chocante, violento e necessário. Não tem como não se emocionar, se horrorizar com as cenas, com as falas, com os propósitos.

    O que antes era uma foto feliz, hoje é registro de um horror. Ambos inesquecíveis.

    https://instagram.com/p/5uHWUnuctr/?taken-by=emiliabraga

    —–

    Sobre os zoológicos:

    Infelizmente conhecemos poucos zoológicos no nosso país. Vivi por 27 anos em Fortaleza (Ceará) e nunca fui ao zoológico local.

    Os zoos parecem desnecessários aos olhos de quem tem pena do bicho, que acha que lugar do bicho é na natureza.

    De fato, o ideal é que o bicho esteja no seu ambiente. A atividade dos zoológicos, até onde vai o meu conhecimento, não é capturar o animal do seu ambiente e trazer para exposição. Normalmente os bichos que estão em um zoológico ou foram apreendidos e não tem condição de retornar ao ambiente natural, ou são exóticos e não podem ser soltos em qualquer lugar, ou estão debilitados e em processo de recuperação para posterior soltura.

    Infelizmente não temos museus de história natural que contemplem o conhecimento científico e a necessidade da pesquisa e da proteção das espécies, que seria a melhor forma de fazer a conexão com o público leigo. Temos, na maioria das vezes, o zoológico e o público, e só. Existem os Institutos de pesquisa que expõem parte dos bichos que eles detém, como o Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia – INPA), que tem tanques gigantes com os Peixes-bois do Amazonas, as coisas mais lindas (e tem os bebês <3).

    O papel do zoológico é trazer informação ao publico e preservar as espécies. O propósito do zoológico não é ganhar dinheiro com a exposição de bichos.

    No entanto existe aquela aberração em Buenos Aires, e que vergonha daqueles conhecidos que posam ao lado do leão claramente dopado, só para escreverem "como a natureza é linda". Esse tipo de crueldade eu não financio.

    Visite o zoo da sua cidade, e conheça o trabalho.

  • João Eugênio C. Brasil

    Gostei muito das indicações… ainda não consegui conferir elas, mas já adianto que não verei Blackfich… Só pelos comentários e debate de vocês eu fiquei muito mal…. confesso que enquanto escutava os comentários e narrativas de vocês, por mais de uma vez, fiquei com os olhos mareados…. Mas isso não é ruim…significa que vocês fizeram um ótimo trabalho…. tão bom que eu fiquei me sentindo desse jeito mesmo sem ter assistido… quem sabe um dia….

    Mas Maidentrip eu já coloquei na lista do Netflix e logo que chegue o final de semana vou conferír!!!!

    Abração do sul!!!!1

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