Mr. Robot (USA Network) | Pilotando S01E01

Essa semana escolhemos Mr. Robot, que acompanha a vida de um hacker no melhor estilo Dexter, só que virtual.

Elliot (Rami Malek) é um jovem programador que trabalha como engenheiro de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. A série o coloca numa encruzilhada quando o líder (Christian Slater) de um misterioso grupo de hacker o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, o hacker luta para resistir à chance de destruir os CEOs da multinacional que ele acredita estarem controlando - e destruindo - o mundo.

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Apresentação: Gabriel FranklinRaphael PH Santos


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Contatos

  • Bruno Costa

    Estou acompanhando Mr. Robot e concordo com o Gabriel, está entre uma das melhores obras audio/visuais que já vi – em termos de série- na cultura pop. Acho o personagem do Elliot extremamente bem desenvolvido e seu vício com as drogas (que tb aparece no primeiro episódio) dimensionaliza ainda mais seus problemas de relacionamento. Adorei a sacada do nome Evil Corp e achei que além de Dexter PH, existe um pouco de Clube da Luta em Mr. Robot, principalmente nas críticas sociais e a cultura pop. O segundo episódio começa de uma forma sensacional, reflexo do final do primeiro que é – na minha visão – fantástico para a série. Vejo referências também a V de Vingança, principalmente na figura da Fsociety, grupo que o personagem vivido pelo Slater ( que é o Mr. Robot..risos) pertence e tenta trazer nosso amigo Eliot com ele. Bem bacana a sacada e sucesso aos amigos! Temos que marcar de gravar novamente no Canal 42 hein PH!? Tá devendo outra visita lá! risos

    • Daniel Souza

      Existe bastante de Clube da Luta no Mr. Robot. Tanto nas críticas ácidas feitas à sociedade quanto no constante sentimento de dúvida criado no espectador se tudo aquilo que está acontecendo é uma elaboração do Elliot, apresentado cheio de loucuras e problemas psíquicos, ou de fato é a realidade comum a todos. Ainda nessa relação de loucura, a justificativa dele ser um narrador é bem sutil e faz sentido dentro do que nos é apresentado a respeito da persona do Elliot. Nós somos uma outra instância mental do próprio Elliot. Ele deixa bem claro que fomos criados por ele e que isso até o preocupa. Como vemos tudo através dos olhos dele é por isso que todo mundo fala Evil Corporation, inclusive em outdoors, chamadas de televisão e pronunciados por quem trabalha na E Corporation. É como se a mente do Elliot traduzisse E Corporation para Evil Corporation e filtrasse isso pra gente. E já adianto que os próximos episódios mantém a qualidade do piloto, inclusive expandindo o personagem do Tyrell, que é interessantíssimo.

      • Renan Santana

        Essa sacada do Evil Corp foi genial, não tinha ligado esses pontos, sensacional. No piloto ele fala que treinou a mente para que sempre que visse o E traduzisse para Evil automaticamente kkkkkkk muito frito.

  • Bruno Costa

    Estou acompanhando Mr. Robot e concordo com o Gabriel, está entre uma das melhores obras audio/visuais que já vi – em termos de série- na cultura pop. Acho o personagem do Elliot extremamente bem desenvolvido e seu vício com as drogas (que tb aparece no primeiro episódio) dimensionaliza ainda mais seus problemas de relacionamento. Adorei a sacada do nome Evil Corp e achei que além de Dexter PH, existe um pouco de Clube da Luta em Mr. Robot, principalmente nas críticas sociais e a cultura pop. O segundo episódio começa de uma forma sensacional, reflexo do final do primeiro que é – na minha visão – fantástico para a série. Vejo referências também a V de Vingança, principalmente na figura da Fsociety, grupo que o personagem vivido pelo Slater ( que é o Mr. Robot..risos) pertence e tenta trazer nosso amigo Eliot com ele. Bem bacana a sacada e sucesso aos amigos! Temos que marcar de gravar novamente no Canal 42 hein PH!? Tá devendo outra visita lá! risos

    • Daniel Souza

      Existe bastante de Clube da Luta no Mr. Robot. Tanto nas críticas ácidas feitas à sociedade quanto no constante sentimento de dúvida criado no espectador se tudo aquilo que está acontecendo é uma elaboração do Elliot, apresentado cheio de loucuras e problemas psíquicos, ou de fato é a realidade comum a todos. Ainda nessa relação de loucura, a justificativa dele ser um narrador é bem sutil e faz sentido dentro do que nos é apresentado a respeito da persona do Elliot. Nós somos uma outra instância mental do próprio Elliot. Ele deixa bem claro que fomos criados por ele e que isso até o preocupa. Como vemos tudo através dos olhos dele é por isso que todo mundo fala Evil Corporation, inclusive em outdoors, chamadas de televisão e pronunciados por quem trabalha na E Corporation. É como se a mente do Elliot traduzisse E Corporation para Evil Corporation e filtrasse isso pra gente. E já adianto que os próximos episódios mantém a qualidade do piloto, inclusive expandindo o personagem do Tyrell, que é interessantíssimo.

      • Renan Santana

        Essa sacada do Evil Corp foi genial, não tinha ligado esses pontos, sensacional. No piloto ele fala que treinou a mente para que sempre que visse o E traduzisse para Evil automaticamente kkkkkkk muito frito.

  • O’Paz Juliano

    Muito bom o Podcast.
    FAZ do piloto de Blindspot.

    Parabéns pela iniciativa.

  • O’Paz Juliano

    Muito bom o Podcast.
    FAZ do piloto de Blindspot.

    Parabéns pela iniciativa.

  • Kyle. 아저씨

    Muito hype essa série. Não recomendo.

  • Cesaeer

    Muito hype essa série. Não recomendo.

  • Renan Santana

    atualmente é minha serie favorita, o ator que faz Elliot eh muito bom, ta dando um toque bem original ,quando se tratando de serie de tv. Sobre o tema hacker| computação e tudo o mais, não entendo nada kkkkk mas msm assim achei que eles fizeram de uma forma que msm quem não entende não fica entediado. 1010

  • Renan Santana

    atualmente é minha serie favorita, o ator que faz Elliot eh muito bom, ta dando um toque bem original ,quando se tratando de serie de tv. Sobre o tema hacker| computação e tudo o mais, não entendo nada kkkkk mas msm assim achei que eles fizeram de uma forma que msm quem não entende não fica entediado. 1010

  • Emilia Braga

    Assistimos ao piloto da série como um arquivo “perdido” pela internet, que, só por um rumor nos bastidores do trabalho do meu esposo, nos chegou, e por meio de indicação de alguém que trabalha com segurança da informação. Dizia ele que aquilo era uma proposta encantadora, com um plot intrigante e uma realidade plausível (como eu gosto, nada de telas com animações e barulhos irritantes a todo clique).

    Parecíamos em um beco escuro da internet, cheio de caixas velhas com coisas esquecidas, e buscávamos nos torrents aquele arquivo que ainda não havia sido veiculado para as grandes massas. Era junho, talvez pelo início do mês. Achamos. Assistimos. Ficamos imóveis ao final, e entalados com o que vimos. E, de alguma forma, lamentamos por termos nos precipitado e teríamos agora que esperar por mais um mês (?) pelo próximo capítulo.

    E a série seguiu louca e enlouquecendo-nos. Como uma cebola, as folhas (ou cascas, como chamam) vão aos poucos sendo removidas, e isso não nos deixa menos intrigados. As tramas, as motivações, os desfechos, os ângulos, os cortes, a música, tudo encanta e desconforta.

    Quando do lançamento desse episódio do Pilotando, voltei pra assistir o primeiro episódio e, gente, está tudo lá. Tudo o que descobrimos nos outros capítulos nos foi jogado na cara e a gente nem viu.

    Fantástico. Assista. <3

  • Emilia Braga

    Assistimos ao piloto da série como um arquivo “perdido” pela internet, que, só por um rumor nos bastidores do trabalho do meu esposo, nos chegou, e por meio de indicação de alguém que trabalha com segurança da informação. Dizia ele que aquilo era uma proposta encantadora, com um plot intrigante e uma realidade plausível (como eu gosto, nada de telas com animações e barulhos irritantes a todo clique).

    Parecíamos em um beco escuro da internet, cheio de caixas velhas com coisas esquecidas, e buscávamos nos torrents aquele arquivo que ainda não havia sido veiculado para as grandes massas. Era junho, talvez pelo início do mês. Achamos. Assistimos. Ficamos imóveis ao final, e entalados com o que vimos. E, de alguma forma, lamentamos por termos nos precipitado e teríamos agora que esperar por mais um mês (?) pelo próximo capítulo.

    E a série seguiu louca e enlouquecendo-nos. Como uma cebola, as folhas (ou cascas, como chamam) vão aos poucos sendo removidas, e isso não nos deixa menos intrigados. As tramas, as motivações, os desfechos, os ângulos, os enquadramentos, os cortes, a música, tudo encanta e desconforta.

    Quando do lançamento desse episódio do Pilotando, voltei pra assistir o primeiro episódio e, gente, está tudo lá. Tudo o que descobrimos nos outros capítulos nos foi jogado na cara e a gente nem viu.

    Fantástico. Assista. <3

  • Capeitão Caverna

    Matei a charada no terceiro episódio. Nem vou escrever muito, já tem altos textos por aqui e to com mto sono, mas essa série merece um 4 de 5, no mínimo.
    Espero que explorem mais a engenharia social na próxima temporada.

  • Capeitão Caverna

    Matei a charada no terceiro episódio. Nem vou escrever muito, já tem altos textos por aqui e to com mto sono, mas essa série merece um 4 de 5, no mínimo.
    Espero que explorem mais a engenharia social na próxima temporada.