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PH Santos Show S01E11: Brão Barbosa

O papo da semana é com o quadrinista, ilustrador e designer Brão Barbosa. Ele já lançou dois quadrinhos, em 2011 o "Jesus Rocks" e em 2014 o "Feliz Aniversário, Minha Amada". Entenda como ele começou, quais os desafios, como foi unir o sagrado e o profano em uma obra só e o que ele espera do futuro de sua caminhada pela arte.

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Contato

  • Romario Moreira

    Conheci o trabalho do Brão através de um amigo que me apresentou a “Jesus Rocks”, mas foi depois de ler “Feliz Aniversário, Minha Amada” que realmente virei fã do artista. Parabéns pela entrevista PH… abraço.

  • Romario Moreira

    Conheci o trabalho do Brão através de um amigo que me apresentou a “Jesus Rocks”, mas foi depois de ler “Feliz Aniversário, Minha Amada” que realmente virei fã do artista. Parabéns pela entrevista PH… abraço.

  • Cauex Pascoa

    Cara conheci o Brão através do Ariovaldo e o Jesus Rock’s a muito tempo atrás. Me amarro demais no traço do cara e o tenho como referência. Top demais a entrevista

  • Cauex Pascoa

    Cara conheci o Brão através do Ariovaldo e o Jesus Rock’s a muito tempo atrás. Me amarro demais no traço do cara e o tenho como referência. Top demais a entrevista

  • Leandro Pereira

    Confesso que parte da minha emoção com Day Tripper foi ser na minha terra. Mas tipo 1/3 da coisa. O copo, o nome do atendente, a maternidade que eu reconheci no primeiro quadrinho, o bar, o municipal, a brincadeira na avó no interior. Tive que ler em inglês(em pt-br) estava esgotado e mesmo assim até o sotaque dos personagens era o meu. Não conheço Salvador,e acredito que quem seja de lá tenha sentido algo parecido nos trechos que se passam lá. Nunca havia pensado antes que era este o motivo de não ter brasileiros escrevendo sobre o homem aranha, e só agora pensei o quanto isto deve ser especial pra eles. Seria legal ter mais coisas pelo Brasil, mas não só no RJ.

    O Feliz Aniversário Minha Amada me fez me sentir bem também, mas não por me sentir em casa, mas por não me deixar sozinho. Adorei a quantidade reduzida de personagens, o traço infantilizado com direito a um zoom engraçadíssimo. Eu me senti identificado na história, na raiva, no ódio. Eu sou calmo, tenho terror de violência, mas como qualquer humano, preciso me livrar deste impulso. Nesta história eu me roí. E me aliviei. É sensacional.

    Eu nuna fui lá grande fã de quadrinhos, e estes dois mexeram demais comigo.

    PH, o formato do PH Santos Show é excelente. Calmo, elegante, me faz querer realizar meus sonhos também. Obrigado cara. Muito obrigado.

  • Leandro Pereira

    Confesso que parte da minha emoção com Day Tripper foi ser na minha terra. Mas tipo 1/3 da coisa. O copo, o nome do atendente, a maternidade que eu reconheci no primeiro quadrinho, o bar, o municipal, a brincadeira na avó no interior. Tive que ler em inglês(em pt-br) estava esgotado e mesmo assim até o sotaque dos personagens era o meu. Não conheço Salvador,e acredito que quem seja de lá tenha sentido algo parecido nos trechos que se passam lá. Nunca havia pensado antes que era este o motivo de não ter brasileiros escrevendo sobre o homem aranha, e só agora pensei o quanto isto deve ser especial pra eles. Seria legal ter mais coisas pelo Brasil, mas não só no RJ.

    O Feliz Aniversário Minha Amada me fez me sentir bem também, mas não por me sentir em casa, mas por não me deixar sozinho. Adorei a quantidade reduzida de personagens, o traço infantilizado com direito a um zoom engraçadíssimo. Eu me senti identificado na história, na raiva, no ódio. Eu sou calmo, tenho terror de violência, mas como qualquer humano, preciso me livrar deste impulso. Nesta história eu me roí. E me aliviei. É sensacional.

    Eu nuna fui lá grande fã de quadrinhos, e estes dois mexeram demais comigo.

    PH, o formato do PH Santos Show é excelente. Calmo, elegante, me faz querer realizar meus sonhos também. Obrigado cara. Muito obrigado.

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