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PH Santos Show S01E10: Gabriel Dread na Aldeia

Entrevista com Gabriel Dread, um cara que largou o modo tradicional de vida e resolveu morar na Aldeia, uma ecovila no interior da Bahia onde, junto com sua esposa, convive com vizinhos de mesma vibe e educa os filhos. Entenda a vida do Gabriel com essa entrevista.

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- Caixa de Histórias Podcast

- Olha só que vídeo bacana sobre a Aldeia comentada durante a entrevista

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Contato

  • De explodir cabeças, realmente. Entrevista sensacional, PH!

  • De explodir cabeças, realmente. Entrevista sensacional, PH!

  • Joshua Lopes

    Ph, confesso que tinha me esquecido da existência do ph show. Que bom que vi o link no face e pude ouvir 4 episódios só nessa semana! Parabéns mesmo! A qualidade das entrevistas está excelente e, mesmo quando é com convidados mais “conhecidos” (Ex: Affonso, Leonel), a condução das perguntas foge do usual e é fantástico ver cada um deles dando uma visão diferente sobre os seus trabalhos. Além disso, como vc me falou uma vez, quando se ama o que se faz, a qualidade do trabalho é sempre melhor! Grande Abraço!

  • Joshua Lopes

    Ph, confesso que tinha me esquecido da existência do ph show. Que bom que vi o link no face e pude ouvir 4 episódios só nessa semana! Parabéns mesmo! A qualidade das entrevistas está excelente e, mesmo quando é com convidados mais “conhecidos” (Ex: Affonso, Leonel), a condução das perguntas foge do usual e é fantástico ver cada um deles dando uma visão diferente sobre os seus trabalhos. Além disso, como vc me falou uma vez, quando se ama o que se faz, a qualidade do trabalho é sempre melhor! Grande Abraço!

  • Mariana Faria

    Eu já tinha ouvido o Gabriel no Nerdcast, mas como tudo lá vira uma galhofa, não dei muita bola. Foi muito melhor ouvir essa entrevista. Aliás, PH, esse podcast tá muito legal, continua nesse caminho que tá funcionando.

    Muita coisa pra comentar, mas essa questão da educação das crianças me intriga muito. Eu concordo plenamente com o Gabriel, acho que criança tem mais é que viver em um ambiente diverso e aprender com o mundo. Mas não sou tão contra a padronização do currículo escolar, não. Uma parte boa disso, por exemplo, é não ter por aí escolas em ingrejas malucas ensinando criacionismo como disciplina formal. Há de se ter alguma regra pra isso em algum momento.

    Mas aprender diferentes assuntos e deixar o interesse da criança guiar o aprendizado é muito legal! Acho que eles têm que ter acesso a tudo, pra descobrir o que curtem (ciência, computação, história, filosofia, literatura, jardinagem, culinária…). Uma grande vantagem que eu vejo de estar fora do ambiente escolar é ficar longe dos rótulos e expectativas da sociedade. Tem vários estudos por aí mostrando como a expectativa do professor pode afetar o aprendizado das crianças, atrapalhando o desenvolvimento e interesse de meninas por matemática e ciência, por exemplo. Esse é um assunto ao qual eu sou muito sensível, sofri na faculdade e até hoje sofro com a insegurança construída ao longo dos anos com atitudes tendenciosas de colegas e professores, mesmo que não intencional, towards mulheres na engenharia. (Ficou péssimo esse towards, mas vcs entenderam. Qual a preposição certa nesse caso?, “para”?)
    E programação é, sim, uma coisa importantíssima, que mais cedo ou mais tarde vai entrar em currículo oficial também. Eu passaria feliz umas semanas aí ensinando algoritmos pra filha do Gabriel 🙂 Idade perfeita pra começar a aprender.

    Gabriel, to nos EUA agora, mas bora conversar sobre colocar um sistema fotovoltaico no seu telhado pra gerar energia local e limpa, no ano que vem? 🙂 Fiquei muito a fim de passar um tempo como voluntária na Aldeia.

  • Mariana Faria

    Eu já tinha ouvido o Gabriel no Nerdcast, mas como tudo lá vira uma galhofa, não dei muita bola. Foi muito melhor ouvir essa entrevista. Aliás, PH, esse podcast tá muito legal, continua nesse caminho que tá funcionando.

    Muita coisa pra comentar, mas essa questão da educação das crianças me intriga muito. Eu concordo plenamente com o Gabriel, acho que criança tem mais é que viver em um ambiente diverso e aprender com o mundo. Mas não sou tão contra a padronização do currículo escolar, não. Uma parte boa disso, por exemplo, é não ter por aí escolas em ingrejas malucas ensinando criacionismo como disciplina formal. Há de se ter alguma regra pra isso em algum momento.

    Mas aprender diferentes assuntos e deixar o interesse da criança guiar o aprendizado é muito legal! Acho que eles têm que ter acesso a tudo, pra descobrir o que curtem (ciência, computação, história, filosofia, literatura, jardinagem, culinária…). Uma grande vantagem que eu vejo de estar fora do ambiente escolar é ficar longe dos rótulos e expectativas da sociedade. Tem vários estudos por aí mostrando como a expectativa do professor pode afetar o aprendizado das crianças, atrapalhando o desenvolvimento e interesse de meninas por matemática e ciência, por exemplo. Esse é um assunto ao qual eu sou muito sensível, sofri na faculdade e até hoje sofro com a insegurança construída ao longo dos anos com atitudes tendenciosas de colegas e professores, mesmo que não intencional, towards mulheres na engenharia. (Ficou péssimo esse towards, mas vcs entenderam. Qual a preposição certa nesse caso?, “para”?)
    E programação é, sim, uma coisa importantíssima, que mais cedo ou mais tarde vai entrar em currículo oficial também. Eu passaria feliz umas semanas aí ensinando algoritmos pra filha do Gabriel 🙂 Idade perfeita pra começar a aprender.

    Gabriel, to nos EUA agora, mas bora conversar sobre colocar um sistema fotovoltaico no seu telhado pra gerar energia local e limpa, no ano que vem? 🙂 Fiquei muito a fim de passar um tempo como voluntária na Aldeia.