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Iradex Podcast 53: O Sal da Terra e Citizenfour

Dois documentários indicados ao Oscar aparecem no podcast da semana: O Sal da Terra e Citizenfour. No primeiro, vamos conhecer um pouco sobre o fotógrafo Sebastião Salgado. No segundo, entramos na vida do ex-agente da NSA/CIA Edward Snowden. #PartiuOuvirIradex

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Zé Wellington e Gabriel Franklin


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Playlist do Kaio

  • Natasha Ishida

    Excelente a recomendação do Citizenfour. Eu assisti mais de 10 vezes desde que foi lançado e a cada vez que assisto eu desço mais um degrau no abismo da paranóia. hahaha
    Só que eu queria levantar uns pontos que vocês falaram e na verdade são informações erradas (o documentário não deixa essas informações claras, então não é culpa de vocês não saber disso) ou são informações incompletas que vale a pena ressaltar:
    1- O Snowden entrou em contato com o Glenn Greenwald antes de falar com a Laura Poitras. O Snowden insistiu por meses pra o Greenwald usar criptografia para que eles pudessem se comunicar, mas o Greenwald ficou enrolando ou não entendia o suficiente pra instalar os programas necessários. Só depois o Snowden entrou em contato com a Poitras e ela falou com o Glenn, e como este confiava nela, ele foi atrás de falar com o Snowden. Mas desde o início das comunicações com a Laura, ele disse que queria que o Greenwald tivesse envolvido, pois ele já acompanhava o trabalho investigativo dele a algum tempo e simpatizava com o trabalho, como o livro de 2006 “How would a patriot act?” do Greenwald. (A Laura e o Glenn não faziam ideia de quem era a fonte até ir pra Hong Kong). O Greenwald e o Snowden conversaram por chat criptografado mesmo antes dele ir pra Hong Kong, ele só confiou em ir por que percebeu que o Snowden era muito sério e parecia muito equilibrado (diferente de outros whistleblowers como a Chelsea Manning).
    2 – E é nessa história de Hong Kong que entra o Ewen Macaskill. Ele não tava lá pra checar se os fatos eram verdadeiros. Na verdade a presença dele deixava a Laura e o Greenwald putos da vida, por que ele foi a mando do The Guardian contra a vontade deles. O Greenwald, antes de ir pra Hong Kong, pediu que o Snowden mandasse alguns arquivos pra ele ter certeza que valia a pena a viagem e que ele não ia perder tempo. Por algum motivo ele decidiu mostrar para os editores do The Guardian (provavelmente pra eles financiarem a viagem), e eles meio que obrigaram que ele e a Laura levassem o Ewen com eles. O Ewen trabalhava no The Guardian a uns 20 anos e o Greenwald trabalhava lá a poucos meses, e como essa história ia ser uma bomba, os editores acharam que seria mais adequado ter um jornalista de total confiança deles envolvido. O Greenwald e a Laura foram contra, mas acabaram cedendo, com a condição que o Ewen fosse só dias depois, quando tivessem arrumado todo o esquema com a fonte. O Ewen tava lá só pra o The Guardian ficar garantido que ia ter a história, e que os editores-chefe em Londres iriam permitir a publicação.
    3 – Sobre a Laura, ela já tinha sofrido perseguição por parte do governo. Toda santa vez que ela pisava num aeroporto nos EUA, ela era detida e o material dela era confiscado, Isso só aliviou depois que o Greenwald fez um texto sobre ela pro jornal Salon: http://www.salon.com/2012/04/08/u_s_filmmaker_repeatedly_detained_at_border/
    4 – A Wikileaks não ajudou a vazar os arquivos do Snowden. O Assange deu uma ajuda para que o Snowden conseguisse asilo político na Russia. O Assange é conhecido por vazar os materiais de forma crua, como eles são, justamente o que o Snowden não queria. É por isso que ele entrou em contato com jornalistas. Ele mesmo fala no Citizenfour: “não quis jogar esse material direto na internet, quero passar ele através de jornalistas por que confio que vocês vão ter cuidado com o que deve ser publicado”. A moral do Assange ficou muito manchada depois da polêmica do vazamento dos war logs e diplomatic cables da Chelsea Manning. (Recomendo ver o documentário We Steal Secrets: The Story of Wikileaks). O Snowden é um cara muito sério e sabe muito bem o que ele fez e as consequencias, ele sabe que se tivesse vazado isso pela Wikileaks seria muito ruim.

    A maioria dessas informações são do livro “No Place do Hide” do Glenn Greenwald, o livro que conta toda essa história com o Snowden.
    Queria recomendar também esses dois TED Talks: um do próprio Grenn Greenwald: “Why privacy matters” http://www.ted.com/talks/glenn_greenwald_why_privacy_matters?language=en. E a segunda do Mikko Hypponen um especialista em segurança falando sobre o assunto: “How the NSA betrayed the world’s trust – time do act” http://www.ted.com/talks/mikko_hypponen_how_the_nsa_betrayed_the_world_s_trust_time_to_act

    Só um último comentário: você falou, PH, que “não tenho nada a esconder” e que “trocaria privacidade por segurança”. Já vi essa frase antes e eu tenho pensado sobre o assunto a algum tempo. Até onde vai essa “segurança” comprada por um preço tão caro? Eu sei que você acrescentou que “o que o Snowden mostrou, não é isso não”. Eu sei que você entende que o que tá acontecendo não é pra segurança. Mas vamos fingir que é sobre segurança só para a discussão acontecer (até por que tem muita gente que nem mesmo se dá ao trabalho de pensar sobre isso). O maior argumento da NSA sobre o assunto é que eles fazem isso para evitar ataques terroristas, portanto, para a segurança do povo americano (btw, não existem dados suficientes para provar que esse estado de surveillance realmente protege os americanos de ataques terroristas). Mas o problema é que esses dados podem ficar armazenados por uma vida inteira, e o que você não tem a esconder agora, pode um dia se tornar algo a esconder. Vou usar o exemplo mais clichê hoje em dia: 1984. Winston teme pela vida só por que ele comprou um caderno. Em qualquer outra época e lugar, comprar um caderno não é uma coisa a se esconder, mas naquela situação dele, era algo que poderia custar a própria vida e a “liberdade”. Hoje você não tem nada a esconder, mas e amanhã? Consegue entender o que quero dizer?

    É isso.
    Continuem recomendando não só coisas boas mas também importantes.
    Don’t forget to be awesome.

    • phsantos

      Sobre os erros, ficam as desculpas. A intenção foi me ater apenas ao que o doc me deu. ;/

      Sobre o que falei de abrir mão da minha privacidade. As análises e afirmações que fiz são baseadas apenas no que aconteceu em minha existência. Não consigo lidar com o futuro como uma variável nessa equação. Pra mim, é muito complicado. Por isso, afirmo o que afirmo, apesar de concordar com o que você falou.

      Acho que o mais importante nisso é haver a discussão sobre o tema. Qual o conceito de privacidade hoje? Qual a relação de privacidade com o ato de “querer esconder”? Antes, levantávamos muros sociais e selecionávamos poucas pessoas para dar a chave. Hoje não. Muitos, e sem nem perceber isso, dão essas chaves a quem quiser, estando sujeitos a ações baseadas em engenharia social. O que escrevemos, o que falamos, o que publicamos, o que curtimos, o que mostramos ser, o que navegamos e o que os cookies guardam.

      Baseado nisso. Baseado no que nosso coletivo pensa. O que é privacidade hoje? As pessoas com quem nos relacionamos nos definem? E se elas não tiverem a mesma preocupação de privacidade que eu tenho?

      Bom, estou na pseudo-ciência e não tenho conhecimento suficiente para vencer isso. Mas perguntas sempre são válidas. Vou deixá-las. 😉

      Obrigado pelos comentários sempre pertinentes! 😉

      • Natasha Ishida

        Sim, concordo com seu ponto de vista. É muito importante que questões sejam levantadas. 😀
        Falei dos erros só pelo ~~spread the knowledge~~. Descobri essas coisas essa semana, lendo o livro do Greenwald e eu precisava comentar com alguém.
        Algumas coisas que vocês comentaram eu tive a mesma impressão quando vi só o documentário, depois que percebi várias coisas de um ponto de vista diferente, depois de saber o que compartilhei com vocês.

    • Comentário excepcional! Obrigado, Natasha.

    • Arthur Zopellaro

      Caramba, que comentário bom!
      Vou consumir essas recomendações tudo, valeu!

  • Natasha Ishida

    Excelente a recomendação do Citizenfour. Eu assisti mais de 10 vezes desde que foi lançado e a cada vez que assisto eu desço mais um degrau no abismo da paranóia. hahaha
    Só que eu queria levantar uns pontos que vocês falaram e na verdade são informações erradas (o documentário não deixa essas informações claras, então não é culpa de vocês não saber disso) ou são informações incompletas que vale a pena ressaltar:
    1- O Snowden entrou em contato com o Glenn Greenwald antes de falar com a Laura Poitras. O Snowden insistiu por meses pra o Greenwald usar criptografia para que eles pudessem se comunicar, mas o Greenwald ficou enrolando ou não entendia o suficiente pra instalar os programas necessários. Só depois o Snowden entrou em contato com a Poitras e ela falou com o Glenn, e como este confiava nela, ele foi atrás de falar com o Snowden. Mas desde o início das comunicações com a Laura, ele disse que queria que o Greenwald tivesse envolvido, pois ele já acompanhava o trabalho investigativo dele a algum tempo e simpatizava com o trabalho, como o livro de 2006 “How would a patriot act?” do Greenwald. (A Laura e o Glenn não faziam ideia de quem era a fonte até ir pra Hong Kong). O Greenwald e o Snowden conversaram por chat criptografado mesmo antes dele ir pra Hong Kong, ele só confiou em ir por que percebeu que o Snowden era muito sério e parecia muito equilibrado (diferente de outros whistleblowers como a Chelsea Manning).
    2 – E é nessa história de Hong Kong que entra o Ewen Macaskill. Ele não tava lá pra checar se os fatos eram verdadeiros. Na verdade a presença dele deixava a Laura e o Greenwald putos da vida, por que ele foi a mando do The Guardian contra a vontade deles. O Greenwald, antes de ir pra Hong Kong, pediu que o Snowden mandasse alguns arquivos pra ele ter certeza que valia a pena a viagem e que ele não ia perder tempo. Por algum motivo ele decidiu mostrar para os editores do The Guardian (provavelmente pra eles financiarem a viagem), e eles meio que obrigaram que ele e a Laura levassem o Ewen com eles. O Ewen trabalhava no The Guardian a uns 20 anos e o Greenwald trabalhava lá a poucos meses, e como essa história ia ser uma bomba, os editores acharam que seria mais adequado ter um jornalista de total confiança deles envolvido. O Greenwald e a Laura foram contra, mas acabaram cedendo, com a condição que o Ewen fosse só dias depois, quando tivessem arrumado todo o esquema com a fonte. O Ewen tava lá só pra o The Guardian ficar garantido que ia ter a história, e que os editores-chefe em Londres iriam permitir a publicação.
    3 – Sobre a Laura, ela já tinha sofrido perseguição por parte do governo. Toda santa vez que ela pisava num aeroporto nos EUA, ela era detida e o material dela era confiscado, Isso só aliviou depois que o Greenwald fez um texto sobre ela pro jornal Salon: http://www.salon.com/2012/04/08/u_s_filmmaker_repeatedly_detained_at_border/
    4 – A Wikileaks não ajudou a vazar os arquivos do Snowden. O Assange deu uma ajuda para que o Snowden conseguisse asilo político na Russia. O Assange é conhecido por vazar os materiais de forma crua, como eles são, justamente o que o Snowden não queria. É por isso que ele entrou em contato com jornalistas. Ele mesmo fala no Citizenfour: “não quis jogar esse material direto na internet, quero passar ele através de jornalistas por que confio que vocês vão ter cuidado com o que deve ser publicado”. A moral do Assange ficou muito manchada depois da polêmica do vazamento dos war logs e diplomatic cables da Chelsea Manning. (Recomendo ver o documentário We Steal Secrets: The Story of Wikileaks). O Snowden é um cara muito sério e sabe muito bem o que ele fez e as consequencias, ele sabe que se tivesse vazado isso pela Wikileaks seria muito ruim.

    A maioria dessas informações são do livro “No Place do Hide” do Glenn Greenwald, o livro que conta toda essa história com o Snowden.
    Queria recomendar também esses dois TED Talks: um do próprio Grenn Greenwald: “Why privacy matters” http://www.ted.com/talks/glenn_greenwald_why_privacy_matters?language=en. E a segunda do Mikko Hypponen um especialista em segurança falando sobre o assunto: “How the NSA betrayed the world’s trust – time do act” http://www.ted.com/talks/mikko_hypponen_how_the_nsa_betrayed_the_world_s_trust_time_to_act

    Só um último comentário: você falou, PH, que “não tenho nada a esconder” e que “trocaria privacidade por segurança”. Já vi essa frase antes e eu tenho pensado sobre o assunto a algum tempo. Até onde vai essa “segurança” comprada por um preço tão caro? Eu sei que você acrescentou que “o que o Snowden mostrou, não é isso não”. Eu sei que você entende que o que tá acontecendo não é pra segurança. Mas vamos fingir que é sobre segurança só para a discussão acontecer (até por que tem muita gente que nem mesmo se dá ao trabalho de pensar sobre isso). O maior argumento da NSA sobre o assunto é que eles fazem isso para evitar ataques terroristas, portanto, para a segurança do povo americano (btw, não existem dados suficientes para provar que esse estado de surveillance realmente protege os americanos de ataques terroristas). Mas o problema é que esses dados podem ficar armazenados por uma vida inteira, e o que você não tem a esconder agora, pode um dia se tornar algo a esconder. Vou usar o exemplo mais clichê hoje em dia: 1984. Winston teme pela vida só por que ele comprou um caderno. Em qualquer outra época e lugar, comprar um caderno não é uma coisa a se esconder, mas naquela situação dele, era algo que poderia custar a própria vida e a “liberdade”. Hoje você não tem nada a esconder, mas e amanhã? Consegue entender o que quero dizer?

    É isso.
    Continuem recomendando não só coisas boas mas também importantes.
    Don’t forget to be awesome.

    • phsantos

      Sobre os erros, ficam as desculpas. A intenção foi me ater apenas ao que o doc me deu. ;/

      Sobre o que falei de abrir mão da minha privacidade. As análises e afirmações que fiz são baseadas apenas no que aconteceu em minha existência. Não consigo lidar com o futuro como uma variável nessa equação. Pra mim, é muito complicado. Por isso, afirmo o que afirmo, apesar de concordar com o que você falou.

      Acho que o mais importante nisso é haver a discussão sobre o tema. Qual o conceito de privacidade hoje? Qual a relação de privacidade com o ato de “querer esconder”? Antes, levantávamos muros sociais e selecionávamos poucas pessoas para dar a chave. Hoje não. Muitos, e sem nem perceber isso, dão essas chaves a quem quiser, estando sujeitos a ações baseadas em engenharia social. O que escrevemos, o que falamos, o que publicamos, o que curtimos, o que mostramos ser, o que navegamos e o que os cookies guardam.

      Baseado nisso. Baseado no que nosso coletivo pensa. O que é privacidade hoje? As pessoas com quem nos relacionamos nos definem? E se elas não tiverem a mesma preocupação de privacidade que eu tenho?

      Bom, estou na pseudo-ciência e não tenho conhecimento suficiente para vencer isso. Mas perguntas sempre são válidas. Vou deixá-las. 😉

      Obrigado pelos comentários sempre pertinentes! 😉

      • Natasha Ishida

        Sim, concordo com seu ponto de vista. É muito importante que questões sejam levantadas. 😀
        Falei dos erros só pelo ~~spread the knowledge~~. Descobri essas coisas essa semana, lendo o livro do Greenwald e eu precisava comentar com alguém.
        Algumas coisas que vocês comentaram eu tive a mesma impressão quando vi só o documentário, depois que percebi várias coisas de um ponto de vista diferente, depois de saber o que compartilhei com vocês.

    • Comentário excepcional! Obrigado, Natasha.

    • Arthur Zopellaro

      Caramba, que comentário bom!
      Vou consumir essas recomendações tudo, valeu!

  • Um disclaimer, pra quem quer ver O Sal da Terra (2014), não confundir com O Sal da Terra de 2009 (http://filmow.com/o-sal-da-terra-t5795/).

    Gosto de ver os filmes antes de escutar a recomendação de vocês, e comecei a ver o de 2009, achando estranho a história (padre caminheiro, nas ruas da vida no interior do Brasil)

    Segue a sinopse:
    “No dia-a-dia da estrada, três personagens – um padre, um caminhoneiro e um andarilho – cruzam suas histórias e seus dramas pessoais ao longo das rodovias. A trama tem como fio condutor os rituais da Missa e da própria atividade estradeira, ambos praticados nos ambientes de convívio dos caminhoneiros. Os três protagonistas expõem, então, a sua vida cotidiana e as suas expectativas em arquétipos ancestrais preservados e mitificados nesses rituais.”

    Parei com uns 15mins de filme com sono, aí fui ver se realmente era essa a sinopse do O Sal da Terra, qual nao foi minha surpresa que eu estava assistindo ao filme errado. (ainda bem que vi que não era, se não, teria visto o danado do filme inteiro).

  • Johnatas Gonçalves

    Belo programa amigos.
    Citizenfour é fantástico. Senti falta dos links para comprar ou assistir o “O Sal da Terra”.
    Não me lembro de terem comentado no programa.

    • Gabriel Franklin

      Cara, “O Sal da Terra” ainda tava no cinema quando a gente gravou algumas semanas atrás. Mas acho que à essa altura já deve ter saído. Logo logo deve ter lançamento nas lojas.

      • Johnatas Gonçalves

        Esta no cinema por aqui também, vou tentar assistir. valeu.

  • John

    Belo programa amigos.
    Citizenfour é fantástico. Senti falta dos links para comprar ou assistir o “O Sal da Terra”.
    Não me lembro de terem comentado no programa.

    • Gabriel Franklin

      Cara, “O Sal da Terra” ainda tava no cinema quando a gente gravou algumas semanas atrás. Mas acho que à essa altura já deve ter saído. Logo logo deve ter lançamento nas lojas.

      • John

        Esta no cinema por aqui também, vou tentar assistir. valeu.

  • Caramba! Não conhecia esse outro aí. #tenso

  • João Eugênio C. Brasil

    Como sempre um ótimo podcast!!! Em Porto Alegre o “Sal da Terra” ficou em cartaz por apenas alguns dias….foi vergonhoso. Já tive o privilégio de ver uma exposição dele por aqui e achei uma pena que o documentário tenha sido tão desvalorizado justamente aqui no Brasil.

    Quanto ao Citizenfour estou realmente ansioso por assisti-lo…. Mas tenho certeza que nunca saberemos de tudo o que aconteceu e acontece ali!!

  • João Eugênio C. Brasil

    Como sempre um ótimo podcast!!! Em Porto Alegre o “Sal da Terra” ficou em cartaz por apenas alguns dias….foi vergonhoso. Já tive o privilégio de ver uma exposição dele por aqui e achei uma pena que o documentário tenha sido tão desvalorizado justamente aqui no Brasil.

    Quanto ao Citizenfour estou realmente ansioso por assisti-lo…. Mas tenho certeza que nunca saberemos de tudo o que aconteceu e acontece ali!!

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