O podcast da semana foi gravado no Dia da Mulher e, para tanto, resolvemos trazer duas indicações com protagonistas femininas. No primeiro bloco, indicamos Avatar: A Lenda de Korra, uma sequência de Avatar: A Lenda de Aang. No segundo bloco, fomos de Agent Carter, spin off do seriado Agentes da SHIELD. Tudo sem spoilers.
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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Gabriel Franklin e Zé Wellington
Nesse programa
Links
- A Subversão de Korra - Texto do Zé Wellington sobre A Lenda de Korra
- Marvel One Shot
- Teste de Bechdel
- Curta no facebook: Steampunk Ladie, novo projeto do Zé Wellington (Nem chama)
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Playlist do Gabriel
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58:50 – “Feeling Good”, Nina Simone. Brincadeira. Ouvi Amy Winehouse e Feist (“I feel it all” é coisa linda) também. Cadê a playlist seu DJ?
Seguindo o esquema do programa – e um pouco mais fossa, conhece? Camille (“Pâle Septembre”), Cat Power (“Werewolf”), Corinne Bailey Rae (“I’d do it all again”), Duffy (“Too hurt to dance”), Karen O (trilha do “Where the Wild Things Are”) e Yael Naim (“Toxic”, só para mudar um pouco) – apenas algumas que lembrei.
Indicação aleatória da semana: ainda na pegada voz feminina, Beth Gibbons. O pessoal deve conhecer “Glory Box”, do CD “Dummy”, mas ainda acho o CD “Portishead” ainda melhor – acho que “Only you” e “Humming” representam bem a banda musicalmente, letra melancólicas e muita distorção.
Julien, a playlist jájá sai!
Sobre as músicas, foi complicadíssimo fazer a escolha, porque é tanta opção que o lance foi tentar colocar as que cabiam mais com o clima do programa. Mas as indicações que você deu também são incríveis!
Abraço!
58:50 – “Feeling Good”, Nina Simone. Brincadeira. Ouvi Amy Winehouse e Feist (“I feel it all” é coisa linda) também. Cadê a playlist seu DJ?
Seguindo o esquema do programa – e um pouco mais fossa, conhece? Camille (“Pâle Septembre”), Cat Power (“Werewolf”), Corinne Bailey Rae (“I’d do it all again”), Duffy (“Too hurt to dance”), Karen O (trilha do “Where the Wild Things Are”) e Yael Naim (“Toxic”, só para mudar um pouco) – apenas algumas que lembrei.
Indicação aleatória da semana: ainda na pegada voz feminina, Beth Gibbons. O pessoal deve conhecer “Glory Box”, do CD “Dummy”, mas ainda acho o CD “Portishead” ainda melhor – acho que “Only you” e “Humming” representam bem a banda musicalmente, letra melancólicas e muita distorção.
Julien, a playlist jájá sai!
Sobre as músicas, foi complicadíssimo fazer a escolha, porque é tanta opção que o lance foi tentar colocar as que cabiam mais com o clima do programa. Mas as indicações que você deu também são incríveis!
Abraço!
Queria indicar a banda Syd Matters(melhores musicas pra mim são
“To All Of You” e “Obstacles”) e o jogo Life is Strange que foi como conhecia banda,esse jogo tem uma protagonista feminina e tem uma trilha sonora muito boa.
Queria indicar a banda Syd Matters(melhores musicas pra mim são
“To All Of You” e “Obstacles”) e o jogo Life is Strange que foi como conhecia banda,esse jogo tem uma protagonista feminina e tem uma trilha sonora muito boa.
Não entendi muito o que vocês quiseram dizer com a Cersei e a Sansa serem personalidades mais “reais” do que a Arya e a Brienne. Pareceu querer estereotipar a personalidade das mulheres. Acho que faltou quem dominasse melhor o conteúdo nesse podcast, pois em mutas horas as informações conflitavam ou erram erradas. Também não sei como um grupo se propõe a falar de questões de gênero sem querer entrar no feminismo. Deu pra sentir muito a falta de uma mulher participando do programa.
Olá Camila,
Primeiramente, gostaria de pedir desculpas caso algo tenha sido ofensivo ou errado.
Só esclarecendo o ponto de Game of Thrones, nós apenas apontamos os arquétipos escritos pro Martin. Não teve juízo de causa sobre. E posicionamos Korra entre os arquétipos reconhecidos em GoT. Acho que houve uma falha na interpretação ou não nos fizemos claros. Ficam as desculpas.
Sobre os erros e divergências, gostaria que você listasse alguns e nos desse a chance de nos retratarmos.
Obrigado por nos ouvir e usar seu tempo para nos deixar um ótimo comentário.
Camila, há um debate já clássico entre os fãs de game of thrones em como muitos dos fãs toleram mulheres com perfis heroicos (Brienne e Arya) e não toleram outros perfis femininos da série (Sansa e Cersei). Essa foi uma conversa que já iniciei em um episódio do podcast Sete Reinos, se não me engano, e quis referenciar essa conversa, mas o fiz de forma muito superficial, o que de fato possibilita uma compreensão errada. Erro meu. Há um texto muito bom no game of thrones BR sobre isso, vou ver se encontro e mando por aqui.
Fui o primeiro a falar que não falaríamos sobre feminismo. Não sou especialista no assunto, mas procuro sempre ler sobre. De toda forma, essa decisão se deu apenas por respeito a várias ativistas que dizem que homem não pode falar sobre feminismo. Eu não concordo com essa máxima, mas, para este momento, preferi respeitar e procurar debater apenas representação de gênero.
Não havia entre nós a intenção em sermos catedráticos e afirmar verdades, apenas quisemos apresentar parte da nossa visão sobre estes temas. E entre nós mesmos não há consenso, cada um tem sua visão, por isso algumas vezes o papo pode ter parecido conflitante.
E sim, poderíamos ter tido uma mulher para participar deste episódio. Da mesma forma que poderíamos ter tido participações feminina em qualquer outro episódio do Iradex, mas nem sempre isso é possível, infelizmente.
Sem falsa modéstia, o teu comentário é essencial para que nosso discurso melhor se desenvolva. Eu realmente acho que, assim como a grande maioria dos brasileiros, a minha visão sobre construção social e gênero precisa ser melhor educada.
Não entendi muito o que vocês quiseram dizer com a Cersei e a Sansa serem personalidades mais “reais” do que a Arya e a Brienne. Pareceu querer estereotipar a personalidade das mulheres. Acho que faltou quem dominasse melhor o conteúdo nesse podcast, pois em mutas horas as informações conflitavam ou erram erradas. Também não sei como um grupo se propõe a falar de questões de gênero sem querer entrar no feminismo. Deu pra sentir muito a falta de uma mulher participando do programa.
Olá Camila,
Primeiramente, gostaria de pedir desculpas caso algo tenha sido ofensivo ou errado.
Só esclarecendo o ponto de Game of Thrones, nós apenas apontamos os arquétipos escritos pro Martin. Não teve juízo de causa sobre. E posicionamos Korra entre os arquétipos reconhecidos em GoT. Acho que houve uma falha na interpretação ou não nos fizemos claros. Ficam as desculpas.
Sobre os erros e divergências, gostaria que você listasse alguns e nos desse a chance de nos retratarmos.
Obrigado por nos ouvir e usar seu tempo para nos deixar um ótimo comentário.
Camila, há um debate já clássico entre os fãs de game of thrones em como muitos dos fãs toleram mulheres com perfis heroicos (Brienne e Arya) e não toleram outros perfis femininos da série (Sansa e Cersei). Essa foi uma conversa que já iniciei em um episódio do podcast Sete Reinos, se não me engano, e quis referenciar essa conversa, mas o fiz de forma muito superficial, o que de fato possibilita uma compreensão errada. Erro meu. Há um texto muito bom no game of thrones BR sobre isso, vou ver se encontro e mando por aqui.
Fui o primeiro a falar que não falaríamos sobre feminismo. Não sou especialista no assunto, mas procuro sempre ler sobre. De toda forma, essa decisão se deu apenas por respeito a várias ativistas que dizem que homem não pode falar sobre feminismo. Eu não concordo com essa máxima, mas, para este momento, preferi respeitar e procurar debater apenas representação de gênero.
Não havia entre nós a intenção em sermos catedráticos e afirmar verdades, apenas quisemos apresentar parte da nossa visão sobre estes temas. E entre nós mesmos não há consenso, cada um tem sua visão, por isso algumas vezes o papo pode ter parecido conflitante.
E sim, poderíamos ter tido uma mulher para participar deste episódio. Da mesma forma que poderíamos ter tido participações feminina em qualquer outro episódio do Iradex, mas nem sempre isso é possível, infelizmente.
Sem falsa modéstia, o teu comentário é essencial para que nosso discurso melhor se desenvolva. Eu realmente acho que, assim como a grande maioria dos brasileiros, a minha visão sobre construção social e gênero precisa ser melhor educada.
Marcela – 23 anos – Publicitária. Escuto o podcast de vocês desde quando o Ph participou de um Papo de Gordo e fez a propaganda. Estou escutando os anteriores e os novos. Sou fã, mas só agora resolvi escrever pois vocês pediram e eu vi um comentário que discordo. Vocês estão prontos para falar sobre feminismo e qualquer outra causa que queiram mesmo que não tenham um representante participando. Por mais que nem sempre voc6es tenham o conhecimento da causa, vocês conseguem sempre respeitar a causa e isso é o mais importante. Um participante, não vou lembrar de quem agora pela voz, falou muito bonito sobre sua filha e em ela poder fazer o que quiser não importando quem ou o que ela seja. Me senti 100% representada e adoraria que meus pais ouvissem isso quando eu tinha 17 anos e escolhi minha faculdade.
Meninos, continuem o ótimo trabalho de vocês. Em um programa passado, alguém teve todo o cuitdado pra falar dos homossexuais. Achei muito lindo esse cuidado e atenção em abordar um assunto. Ainda mais dentro da mídia podcast, que eu acompanho e vejo sempre muita zoeira com tudo.
Abraços meninos, PH, DjKaio, Gabriel e Zé e beijo pra Livia.
Ohh Marcela, muito obrigado! 🙂
Pra mim é muito gratificante saber que nosso trabalho tem esse tipo de reconhecimento. Acreditamos demais no discurso que carrega em si respeito e tolerância com as diferenças e nos esforçamos para levar essa mensagem pra frente.
P.S.: Quem falou isso sobre suas filhas, foi o único pai dentre nós cinco, o Sr. Zé Wellington. 🙂
Oi Marcela,
Que bacana seu comentário. Acho que o programa está conseguindo gerar o que esperávamos. Rs. 🙂
Como o Kaio falou, só poderia ser o Zé a falar isso mesmo. Ainda me espanto quando alguém pega uma frase do cast e a utiliza, escuta, guarda.
Confesso que fiz esse programa com um pouco de medo, mas creio que a palavra certa seja essa que você falou: respeito.
=)
Marcela, não foi só você que se emocionou com o comentário do Zé.
Antes do podcast sair, a gente sempre dá uma pré-escutada pra ver se tá tudo ok. E eu enchi os zói dágua quando passou essa parte do depoimento do Zé. Acho que é uma atitude válida não só para pais de filhas, mas pra qualquer pai. Apoio e compreensão às decisões e escolhas de seus rebentos.
Enfim, to quase chorando de novo. Valeu pelo comentário!
Marcela – 23 anos – Publicitária. Escuto o podcast de vocês desde quando o Ph participou de um Papo de Gordo e fez a propaganda. Estou escutando os anteriores e os novos. Sou fã, mas só agora resolvi escrever pois vocês pediram e eu vi um comentário que discordo. Vocês estão prontos para falar sobre feminismo e qualquer outra causa que queiram mesmo que não tenham um representante participando. Por mais que nem sempre voc6es tenham o conhecimento da causa, vocês conseguem sempre respeitar a causa e isso é o mais importante. Um participante, não vou lembrar de quem agora pela voz, falou muito bonito sobre sua filha e em ela poder fazer o que quiser não importando quem ou o que ela seja. Me senti 100% representada e adoraria que meus pais ouvissem isso quando eu tinha 17 anos e escolhi minha faculdade.
Meninos, continuem o ótimo trabalho de vocês. Em um programa passado, alguém teve todo o cuitdado pra falar dos homossexuais. Achei muito lindo esse cuidado e atenção em abordar um assunto. Ainda mais dentro da mídia podcast, que eu acompanho e vejo sempre muita zoeira com tudo.
Abraços meninos, PH, DjKaio, Gabriel e Zé e beijo pra Livia.
Ohh Marcela, muito obrigado! 🙂
Pra mim é muito gratificante saber que nosso trabalho tem esse tipo de reconhecimento. Acreditamos demais no discurso que carrega em si respeito e tolerância com as diferenças e nos esforçamos para levar essa mensagem pra frente.
P.S.: Quem falou isso sobre suas filhas, foi o único pai dentre nós cinco, o Sr. Zé Wellington. 🙂
Oi Marcela,
Que bacana seu comentário. Acho que o programa está conseguindo gerar o que esperávamos. Rs. 🙂
Como o Kaio falou, só poderia ser o Zé a falar isso mesmo. Ainda me espanto quando alguém pega uma frase do cast e a utiliza, escuta, guarda.
Confesso que fiz esse programa com um pouco de medo, mas creio que a palavra certa seja essa que você falou: respeito.
=)
Marcela, não foi só você que se emocionou com o comentário do Zé.
Antes do podcast sair, a gente sempre dá uma pré-escutada pra ver se tá tudo ok. E eu enchi os zói dágua quando passou essa parte do depoimento do Zé. Acho que é uma atitude válida não só para pais de filhas, mas pra qualquer pai. Apoio e compreensão às decisões e escolhas de seus rebentos.
Enfim, to quase chorando de novo. Valeu pelo comentário!
Sou fã da franquia Avatar, depois de assistir a 1ª temporada de Legend of Korra, foi assistir novamente toda a Lenda de Aang, depois terminei de assistir os outros episódios Legend of Korra, quem não assistiu não sabe o que está perdendo. Já Marvel’s Agent Carter ta na lista para assistir no futuro.
Os Podcasts (Iradex, PH show e Sete Reinos) estão cada vez melhores…0/
Sou fã da franquia Avatar, depois de assistir a 1ª temporada de Legend of Korra, foi assistir novamente toda a Lenda de Aang, depois terminei de assistir os outros episódios Legend of Korra, quem não assistiu não sabe o que está perdendo. Já Marvel’s Agent Carter ta na lista para assistir no futuro.
Os Podcasts (Iradex, PH show e Sete Reinos) estão cada vez melhores…0/
sou fã de Ph Santos.
sou fã de Ph Santos.
Salve….
Este foi um dos melhores Iradex até agora! Adorei mesmo…..
Embora ache que um programa ainda deva ser dedicado à toda a polêmica ligada ao machismo/sexismo, a pegada leve deste Iradex fez as coisas rolarem com perfeição. Duas estupendas indicações. Confesso que nem cheguei perto de Korra, tendo assistido somente a primeira temporada de Avatar. Mas a forma apaixonada como foi indicado e debatido, me fez colocar Korra na minha já enorme lista de coisas para ler/assistir/ouvir !!!!! E vocês são os culpados!!!! HEHEHEHE…. Uma questão… vocês não comentaram o fato do último episódio de Korra mostrar que possivelmente ela fosse lésbica (pelo que vi nos debates na internet)…. isso confere ou eu entendi errado? Se sim, o que vocês acharam disso?
Já agente Carte eu acompanhei e assino embaixo de tudo o que disseram. Como bom Marvete não deixo passar nada relacionado ao seu universo e garanto que estou passando por uma época de ouro com tantas produções em cinema e tv sobre seus personagens. Acho que a construção da personagem foi adequada ao que esperávamos e caiu perfeitamente na proposta da Marvel. Espero que as próximas produções sejam tão boas quanto essa.
Como eu já tenho uma filha com uma certa idade (15) já tenho o privilégio de debater com ela os temas desse tipo de produção e fico feliz em saber que elas estão começando a se tornar mais e mais comum, mas ainda MUITO abaixo do necessário…. Ainda estamos em um mundo machista, preconceituoso e feio … infelizmente! Espero que essas iniciativas de programas, e podcasts como o Iradex (puxada de saco básica!!! hehehehe) sejam cada vez mais comuns!!!!
Muitos abraços daqui do Sul!!!!
Oi, Eugênio! Não comentamos sobre o final por que… É O FINAL! Alguém poderia interpretar como spoiler. Eu não vou falar nada pra não dar spoiler… Mas se você quiser mesmo saber, basta ler este link: http://www.mundoavatar.com.br/2014/12/criadores-confirmam-korrasami-na-finale-da-serie/
[…] filme do Homem de Ferro, essa topada poderia ser com azarões como Guardiões da Galáxia e Agent Carter, que inverteram o jogo e se transformaram em grandes sucessos de crítica e público. Após […]
O RSS não está sendo atuaizado?
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