Iradex Podcast 12: Caçada fria de dois numerais

Esse é o Iradex Podcast mais uma vez no ar com indicações de livros e séries. Mais precisamente, dois livros, coincidentemente com numerais no título e uma série da Discovery Channel que vale muito a pena ser conferida. Escute o programa, se divirta e interaja. As indicações foram: 1356 (Bernard Cornwell), Klondike, 3096 Dias - Natascha Kampusch. Todos SEM SPOILERS!

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Participaram desse podcast: Raphael PH Santos, Kaio Anderson, Livia Lopes e Rafaela Rebouças.

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  • Juliana Franco

    Adorei as dicas e fiquei com muita vontade de ler o livro do Cornwell.
    Li o livro da Natasha alguns anos atrás e apesar de não lembrar muitos dos detalhes pra exemplificar, o que pude entender é que o sequestrador tinha uma grande dificuldade de se relacionar e por isso ele sequestrou uma criança para que pudesse cria-lá como sua mulher. Quando ele fala que queria uma escrava não estava se referindo apenas a alguém para fazer os serviços domésticos ou sexuais… se fosse o caso ele poderia ter sequestrado uma mulher já adulta. Ele sequestrou uma criança, uma criança pra quem ele dizia que os pais não se importavam com ela e que ele sim cuidava dela… É como privar “um ser informação” de todas as coisas do mundo e tentar fazer com que “o mundo dessa pessoa seja ele”.
    É curioso que a Natasha desperta muita antipatia hoje em dia por se recusar a ocupar o papel de vitima. As pessoas estão acostumadas a dividir tudo entre o bem e o mal, o vilão e a mocinha… e em toda narrativa dela ela humaniza o sequestrador… mostrando que nem tudo é preto no branco e que ela sente pena dela. Falar sobre Síndrome de Estocolmo é como tirar a legitimidade do que ela vivenciou, do que ela sentiu e do que ela entendeu de tudo o que ela passou. Acho ela uma garota incrível!
    Enfim, adorei o podcast! Vou ouvir os anteriores…
    Abçs

    • Kaio Anderson

      Ótimo comentário. Muito interessante dessa parte da psiquê do sequestrador.

      Espero que também goste dos podcasts anteriores. 😀

    • Muito bom, Juliana. Fica difícil para nós julgarmos sobre o lance da Síndrome de Estocolmo sem termos lido. Bom, a opinião da Lívia corrobora com a sua. Quem leu, sente simpatia por ela. 🙂

  • Juliana Franco

    Adorei as dicas e fiquei com muita vontade de ler o livro do Cornwell.
    Li o livro da Natasha alguns anos atrás e apesar de não lembrar muitos dos detalhes pra exemplificar, o que pude entender é que o sequestrador tinha uma grande dificuldade de se relacionar e por isso ele sequestrou uma criança para que pudesse cria-lá como sua mulher. Quando ele fala que queria uma escrava não estava se referindo apenas a alguém para fazer os serviços domésticos ou sexuais… se fosse o caso ele poderia ter sequestrado uma mulher já adulta. Ele sequestrou uma criança, uma criança pra quem ele dizia que os pais não se importavam com ela e que ele sim cuidava dela… É como privar “um ser informação” de todas as coisas do mundo e tentar fazer com que “o mundo dessa pessoa seja ele”.
    É curioso que a Natasha desperta muita antipatia hoje em dia por se recusar a ocupar o papel de vitima. As pessoas estão acostumadas a dividir tudo entre o bem e o mal, o vilão e a mocinha… e em toda narrativa dela ela humaniza o sequestrador… mostrando que nem tudo é preto no branco e que ela sente pena dela. Falar sobre Síndrome de Estocolmo é como tirar a legitimidade do que ela vivenciou, do que ela sentiu e do que ela entendeu de tudo o que ela passou. Acho ela uma garota incrível!
    Enfim, adorei o podcast! Vou ouvir os anteriores…
    Abçs

    • Ótimo comentário. Muito interessante dessa parte da psiquê do sequestrador.

      Espero que também goste dos podcasts anteriores. 😀

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