Iradex Podcast 146: Alive Inside / Carbono Alterado

As memórias e a finitudes do ser abordadas de duas formas completamente diferentes em duas obras indicadas nesse I.P.

Um documentário, que há muito tempo é prometido no Iradex, que fala sobre música como terpaia e um livro de ficção científica sobre a consciência sendo imortalizada.

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Participaram desse podcast: Gabriel Franklin, Kaio Anderson, PJ Brandão e Luiza Lima.


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Perguntinha do Gabs

  • Qual a memória mais antiga que vocês tem?
    (responde aí nos comentários deste post)

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  • Adah Conti

    Ois. Esse foi especial, heim? Musica como terapia ou como uma forma de se (re)conectar avida é algo emocionante mesmo. Vou rever o documentário.
    Saibam que por aqui em terras tupiniquins também temos muita gente trabalhando com musica ligada a cuidados de idosos e pessoas com diversas doenças.
    Sobre o livro: Quem somos nós??? Hehehe. O que é na verdade nossa consciência? Assunto sempre instigante. Eu adoraria viver num mundo que pudéssemos transferir nosso corpo para outro, mais jovem ou mais saudável. Na verdade eu acho que preferiria ter um corpo clonado para ter minha mente atual no meu corpo de 20 ou 30 nos atras.
    Até os bônus foram sensacionais: O andar do bebado é um livro tão bom! Oliver Sacks é leitura muito, muito boa. Como (quase) sempre a banda recomendada eu não conheço mas já entrou na lista.

    • Luiza Lima

      Fico tão feliz quando tu gosta hehehe. Vê o documentário sim, é uma coisa linda.

  • Mackenzie Melo

    Eu, sinceramente, não sei qual é a memória mais antiga. Digo isso porque me lembro de fotos antigas e pessoas me contando das situações. Por isso me confundo se são memórias do que me contam ou memórias minhas mesmo. De qualquer modo, lembro de correr pela loja de vidros que meu pai tinha e de tomar guaraná e suco de laranja e torrada com minha mãe na lanchonete em frente à loja de vidros. Isso talvez por volta dos 6, 7 anos…

    Quanto às indicações, essas eu realmente vou passar na frente de muitas, tanto o documentário que eu já sei que vou morrer de chorar – quase chorei junto com Luíza – e a história do Carbono me atraiu demais.

    Até as da Bonus Track são demais. Oliver Sacks é um cara sensacional. Já li O homem que confundiu sua mulher com um chapéu e já dei de presente o que Gabs indicou sobre a música e comprei a autobiografia dele, mas ainda não li. Mas vou começar mesmo a semana com o que Lu indicou pois tinha ganhado de presente e ainda não tinha trazido para minha pilha. Acabei de colocá-lo do meu lado e começarei a ler em alguns minutos. (Olha a foto aí) https://uploads.disquscdn.com/images/dbd99c7a8dc26b8440da282fb6f0f198959566241e33ea569e2fae0989450303.jpg

    Mais uma vez, vocês foram especiais nas indicações. Valeu!

    • Luiza Lima

      Hahaha lê sim, o livro é ótimo. Desculpa os palavrões nesse Mackenzie. Vamo chorar junto. Beijo

  • Guilherme Jales

    Acabei de ouvir o podcast e foi difícil não se emocionar, não só com a descrição do documentário, como com a própria emoção da Luiza.

    Sobre memórias antigas, eu consigo acessar algumas de quando era beeeem pequeno. Ao mesmo tempo, fico na dúvida do quanto não são influenciadas pelas histórias repetidas ao longo dos anos ou com as fotografias. Consigo selecionar bem uma delas: o meu aniversário de 4 anos, com o tema de Rei Leão. Lembro da mesa decorada, da Pedra do Reino feita de isopor, da roupa alinhada… Tenho também outras lembranças soltas, de uma época que não consigo pontuar se é antes ou depois dessa memória.

    No mais, uma edição com indicações muito interessantes. Certeza que não vai dar tempo ler Carbono Alterado antes da série sair, mas pelo menos já é algo pra lista (já enorme) hehehe