Wes e o Manifesto dos Quadrinhos | HQ Sem Roteiro Podcast

"A Nina Simone falava que todo artista precisa ser político de uma certa forma".

Wes Nunes criou a página Manifesto dos Quadrinhos, atualmente com mais de 44 mil curtidores, para mandar uma mensagem pro mundo. A cada quatro quadros, uma história. A cada história, uma dor. Ou várias dores. Cada microtrama roteirizada e desenhada pela mão de Wes é uma faca que entra na carne e que faz pensar dolorosamente. Da influência de A Última Caçada de Kraven à publicação antológica de seus quadrinhos em Portugal, passando pelas questões relacionadas aos quadros de depressão e esquizofrenia, o quadrinista de São Paulo fala sobre sua história junto aos quadrinhos no HQ Sem Roteiro Podcast dessa semana.

 

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  • Primeiramente, Wes, que homem! Que ser humano! E que arte! Quantas vitórias!
    A arte do Wes para mim é uma constante guerra interna, fui pesquisar um pouco depois do episódio e estou maravilhada.
    Quantos de nós não passamos por isso todos os dias?
    É interessante a manifestação da arte nos quadrinistas, a amplitude dos estudos, o olhar sobre o mundo. E um olhar em preto e branco, e não menos arte por isso! Pelo contrário, quantas camadas se faz tons de preto, branco e cinza.
    A densidade do pontilhado e do nanquim, da aquarela mais dissolvida, são como tantas respirações damos para enfrentar nossos próprios monstros, diluindo, fragmentando ou apenas passando o traço grosso.