Iradex Podcast 107: Documentários de músicas bem pesadas, ou não II

Começando 2017 com grande estilo, falamos sobre uma das coisas que mais gostamos: música!

Nesse podcast indicamos 4 documentários que abordam espectros diferentes da música e do showbiz. Tem hip-hop, brit-pop, low-fi e muito mais.

Agora é só ouvir.

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Participaram desse podcast: Gabriel Franklin, Kaio Anderson, Renan Fernandes e  Lucas Aquino.


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  • Felipe Andrade

    No começo do episódio Gabriel pergunta qual seria a trilha sonora da sua vida, e enquanto eu assistia ao documentário Alive Inside, eu só pensei nesse cast e na pergunta feita por gabs, ficou martelando na minha cabeça, principalmente quando algumas perguntas eram feitas dentro deste documentário, perguntas como: a musica toca a todos nós, mas o quão profundamente ela nos toca? Qual a nossa relação com a música e quando ela começa? Eu recomendo demais que vocês um dia possam ver este documentário, ele tem na Netflix e no youtube, se chama Alive Inside: A story of music e memory.

    Mostra como a música é capaz de conectar pessoas, que até então estavam desconectadas com o mundo, pessoas com demência, alzheimer, é incrível ver uma pessoa que não lembra o próprio nome, lembrar de uma música na mesma hora que ela é tocada, e ver essa transformação no semblante é emocionante. O quão profundo uma música está dentro de nós? O documentário é de 2014, ganhou um prêmio no Sundance festival, e tem nota 8.2 no IMDB.

  • Diego Ricca

    Assisti o documentário do Daniel Johnston há alguns anos. Na época confesso que estranhei bastante, mas curti muito também. O misto de liberdade sonora e estilo único contribuíram para o desenvolvimento do meu gosto musical. Na época estava tendo uma exposição de seus desenhos na cidade onde eu morava, e assisti o filme por conta da exposição. Os desenhos são muito doidos, muito estanho ver como a expressão livre, que a doença dele traz, permite gerar materiais tão ricos e plurais, tanto sonoros como gráficos.

    Para mim é inevitável a comparação biográfica com o Arnaldo Baptista (como visto no filme Loki, em especial nos seus últimos trabalhos) e com o Brian Wilson (como visto no Love&Mercy), ambos músicos que tiveram a loucura como combustível de seu material artístico, e ao mesmo tempo sofreram muito ao longo da vida. Para mim fica a reflexão de se a lucidez também pode ser um caminho válido para a produção artística sem barreitas, ou se para criar algo verdadeiramente único, temos que sair, pelo menos um pouco, do nosso eixo lógico tradicional.